O guitarrista e compositor brasileiro Lucio Moriyama anuncia o lançamento de Dark Sun, seu segundo álbum de estúdio. Através de doze composições instrumentais, o artista propõe uma jornada pelas emoções humanas inspirada na psicologia analítica de Carl Jung, combinando rock progressivo, rock e metal com uma narrativa profundamente introspectiva. Mais do que um álbum conceitual com uma história linear, Dark Sun apresenta uma série de paisagens sonoras que representam diferentes estados emocionais e psicológicos. Cada composição reflete uma etapa da jornada interior rumo ao autoconhecimento, explorando temas como memória, ansiedade, perda, resiliência, liberdade, transformação e integração da identidade. O título do álbum faz referência ao fenômeno de um eclipse. Para Lucio Moriyama, o “Sol Negro” simboliza aqueles momentos em que nossa luz interior parece desaparecer sob o peso do medo, da incerteza, da dor ou de conflitos emocionais. No entanto, assim como ocorre durante um eclipse, a luz nunca deixa de existir; ela apenas permanece temporariamente oculta. A sombra não destrói a luz — ela nos permite compreendê-la. Essa ideia dialoga diretamente com o conceito de Sombra desenvolvido por Carl Jung, entendido como o conjunto de aspectos da nossa personalidade que permanecem ocultos, reprimidos ou pouco explorados. Em Dark Sun, a sombra não representa um inimigo, mas uma parte essencial do processo de crescimento e da busca por uma identidade mais completa...
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
Lucio Moriyama - Dark Sun (2026)...
O guitarrista e compositor brasileiro Lucio Moriyama anuncia o lançamento de Dark Sun, seu segundo álbum de estúdio. Através de doze composições instrumentais, o artista propõe uma jornada pelas emoções humanas inspirada na psicologia analítica de Carl Jung, combinando rock progressivo, rock e metal com uma narrativa profundamente introspectiva. Mais do que um álbum conceitual com uma história linear, Dark Sun apresenta uma série de paisagens sonoras que representam diferentes estados emocionais e psicológicos. Cada composição reflete uma etapa da jornada interior rumo ao autoconhecimento, explorando temas como memória, ansiedade, perda, resiliência, liberdade, transformação e integração da identidade. O título do álbum faz referência ao fenômeno de um eclipse. Para Lucio Moriyama, o “Sol Negro” simboliza aqueles momentos em que nossa luz interior parece desaparecer sob o peso do medo, da incerteza, da dor ou de conflitos emocionais. No entanto, assim como ocorre durante um eclipse, a luz nunca deixa de existir; ela apenas permanece temporariamente oculta. A sombra não destrói a luz — ela nos permite compreendê-la. Essa ideia dialoga diretamente com o conceito de Sombra desenvolvido por Carl Jung, entendido como o conjunto de aspectos da nossa personalidade que permanecem ocultos, reprimidos ou pouco explorados. Em Dark Sun, a sombra não representa um inimigo, mas uma parte essencial do processo de crescimento e da busca por uma identidade mais completa...
Sinuhe LP & João Albino - São Ão Tem Razão (2026)...
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Broken Necks - Death, Blood, Pain, Hate, Darkness (2026)...
Download: Death, Blood, Pain, Hate, Darkness (2026).rar
Nascida no sertão central cearense, diretamente de Quixadá, a Broken Necks é uma banda de thrash metal autoral que carrega a fúria, o peso e a autenticidade do metal brasileiro. Formada por músicos que cresceram entre riffs rápidos, calor intenso e histórias de resistência, a banda transforma a dura realidade nordestina em música agressiva, critica e visceral. A Broken Necks traz uma sonoridade marcada por palhetadas precisas, bateria explosiva e vocais que transitam entre o grito rasgado e o cavernoso. Suas composições abordam temas como violencia urbana, conflitos internos, caos social e a luta diária por espaço e expressão. "Death, Blood, Pain, Hate, Darkness" é o primeiro álbum da banda, com 8 faixas rápidas e já em todos os streamings...
Paura - Primitive Chaos (2026)...
Download: Primitive Chaos (2026).rar
Em 2026 o Paura completa 31 anos de banda e lança seu álbum Primitive Chaos, o nono da banda. Escolhendo um caminho de músicas mais diretas e melodias brutais, o disco apresenta 12 músicas em um Paura mais conciso e conectado com referências diversas dentro do hardcore. Em um papo com a ISMO, Fábio Prandini, vocalista do Paura, comenta sobre as diferenças desse álbum para o anterior, fala sobre o caos primitivo que vivemos hoje e sobre a renovação da cena do hardcore brasileiro... Leia a entrevista no Ismo
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
Late Again - I Dreamt I Was Awake (2026)...
Late Again, projeto de dream pop do artista multimídia brasileiro radicado no Brooklyn Rafael Melo, lança I Dreamt I Was Awake. Com seis faixas, o EP parte de uma questão central: a distância entre a vida que imaginamos e aquela que efetivamente vivemos — e as formas, muitas vezes contraditórias, que encontramos para conviver com essa diferença. “Com canções autoconscientes, às vezes engraçadas e sempre subtilmente críticas, a obra flutua entre a ternura e a ironia, o minimalismo e o caos, e o hiper-pessoal e o universal”, explica Late Again. “Este meu quarto EP de estúdio começa a mostrar um fio condutor que une os meus trabalhos anteriores, ao mesmo tempo que torna mais evidente uma mudança de confiança. Eu decidi duplicar a aposta no meu estilo de escrita único a cada nova faixa. Ao juntar texturas de dream pop, batidas alternativas, melodias do meu Brasil natal e letras cínicas mas amigáveis, criei um espaço onde a lucidez e a auto-ilusão coexistem. É uma coleção de canções que considero sonicamente nostálgicas e acolhedoras, sem perderem uma margem sutil, suave mas exigente”... Continue Lendo no Concerts In Brazil
Meu Bruxo - A Magia do Rock (2026)...
Tem música que nasce de uma ideia. E tem música que nasce da própria vida. Meu Bruxo — A Magia do Rock, projeto criado em Porto Alegre por Alexandre Godinho, transforma experiências reais, espiritualidade, humor ácido e situações do cotidiano em um universo musical que passeia pelo rock clássico e encontra uma identidade brasileira contemporânea. Depois dos singles “Olho Gordão”, “Ratão do Seu Orlando” e “Na Cia do Mal”, o projeto chega a um novo momento com o lançamento de seu primeiro EP, “A Magia do Rock”. O trabalho reúne quatro faixas inéditas — “Reikiana”, “Plexo Solar”, “Little Joe” e “Pedrinho” — construindo uma narrativa que mistura poesia, reflexão, espiritualidade e bom humor. A sonoridade parte de referências do rock dos anos 70 e 80, mas não se limita à nostalgia. Riffs marcantes, linhas de baixo em destaque, guitarras orgânicas e efeitos analógicos ajudam a criar uma atmosfera própria, enquanto as letras encontram espaço para falar de sentimentos, experiências e situações que fazem parte da vida real... Continue Lendo no SSRock
terça-feira, 8 de setembro de 2026
Luís Perdiz - Corações em Condomínios (2026)...
“Estas canções foram escritas em um momento de crise artística e existencial”, diz o cantor, compositor e poeta Luis Perdiz sobre o repertório de seu primeiro álbum solo, Corações em condomínios – basicamente um disco “filhote” da pandemia, feito no isolamento, enquanto Luis tentava escrever poesia, mas se sentia bloqueado. O disco surgiu justamente porque ele decidiu estudar violão e acabou se reconectando com sua escrita. Foi uma espécie de “transição de carreira” que deu um sentido diferente a seu trabalho, e transformou poesia em canções e efeitos musicais – como na faixa-título, uma espécie de retorno à MPB setentista, só que filtrada pela psicodelia. Um som com vibe rock-reggae, que faz lembrar a música nordestina da época, e cuja letra tem muito do clima apocalíptico urbano de Zé Ramalho, falando de cidades sendo devoradas e de sentimentos entre grades. Estadia, música sobre esquecer horários e tempos (e que aparentemente, fala sobre o que isso tem de bom e ruim), impõe um clima quase jangle-pop ao disco, mas com filtro moderno, numa gravação com cara de 2026... Continue Lendo no Pop Fantasma
Terceiro Capanga - Outro Céu (2026)...
A banda Terceiro Capanga disponibilizou nas plataformas digitais o seu segundo álbum de estúdio, intitulado Outro Céu. Estruturado como uma obra conceitual, o trabalho acompanha a jornada de um personagem que se muda para uma cidade fictícia homônima, criada para refletir a atmosfera e os costumes do interior do Brasil. A faixa-título abre o disco como uma introdução a esse universo, apresentando os personagens locais e os mistérios que cercam o município — desde desdobramentos amorosos até um fenômeno climático atípico que prolonga a escuridão. Ao longo de 12 faixas, o repertório avança de maneira narrativa, combinando crônica, romance e suspense... Continue Lendo no Indie Rock Brasil
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
Pernaf - CASA (2026)...
Surfe - Saudades Tropicais - Volume 1 (2026)...
Surfe é um novo trio da zona leste de São Paulo, que no final de agosto apresentou seu primeiro lançamento, o EP "Saudades Tropicais - Volume 1", com 2 faixas. Um trabalho que nasceu da relação dos integrantes com a MPB brasileira dos anos 70, principalmente Arthur Verocai, Milton Nascimento e Clube da Esquina, misturando bastante coisa do rock psicodélico. "Nesse trabalho a gente tentou construir uma sonoridade bem orgânica e nostálgica, acompanhada de uma letra que fala sobre memória, distância e aquelas lembranças que acabam ficando ligadas a lugares e momentos", explicam.
domingo, 6 de setembro de 2026
Vulgar Débil - I've been dreaming too much (2026)...
Novo álbum do projeto ambient/experimental Vulgar Débil, criado pelo artista sonoro paulista João Pádua. "I've been dreaming too much é um trabalho no qual Transpus meus sonhos em sons. Representei meus pesadelos com as vozes ouvidas à distância. A presença constante da água. Os ecos dependem do silêncio"...
sábado, 5 de setembro de 2026
Israel Costa Band - Viagens Atemporais (2026)...
Download: Viagens Atemporais (2026).rar
O cantor e compositor maranhense Israel Costa apresenta uma nova etapa de sua trajetória com o lançamento de “Viagens Atemporais”, sexto álbum de estúdio da carreira. Produzido integralmente em home studio, o disco amplia a liberdade criativa do artista e reforça uma caminhada independente construída há mais de 13 anos. O novo trabalho parte do pop brasileiro contemporâneo para transitar por diferentes territórios musicais. Eletropop, reggae, rock, rap, música eletrônica e groove aparecem entre as referências do álbum, que também incorpora, pela primeira vez na discografia de Israel, elementos do pagodão baiano. Embora percorra gêneros distintos, “Viagens Atemporais” mantém uma identidade coesa por meio da linguagem pop. Instrumentos orgânicos, recursos eletrônicos e melodias acessíveis funcionam como pontos de conexão entre as faixas, conduzindo o ouvinte por diferentes atmosferas sem romper a unidade do disco... Continue Lendo no site da Radio VB News
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
Sons de Mercúrio - Pra Não Dizer Que Não Falei de Amores (2026)...
Quase seis décadas depois de Geraldo Vandré transformar Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores em um dos principais símbolos da resistência política e social brasileira, a frase ganhou novos sentidos na música baiana. É a partir dessa memória que a banda Sons de Mercúrio, de Feira de Santana, no interior da Bahia, batizou seu novo EP como Pra Não Dizer Que Não Falei de Amores. Longe de ser apenas um trocadilho, a escolha do título estabelece a proposta central do material que fala de sentimentos, vínculos e vulnerabilidades em um tempo marcado pela hiper conectividade e, paradoxalmente, por relações cada vez mais distantes. A apropriação do verso de Vandré desloca a ideia de resistência para o campo dos afetos. Nos anos 1960, a canção se tornou uma expressão de enfrentamento político e, agora, a Sons de Mercúrio encontrou na exposição dos sentimentos uma forma de transgressão moderna... Continue Lendo no TMDQA!
Lucas Kastrup - Maranhão Raiz (2026)...
Lucas Kastrup lança nesta quarta-feira (27) o álbum “MARANHÃO RAIZ: Lucas Kastrup visita mestras e mestres”, resultado de uma pesquisa realizada pelo antropólogo, compositor e baterista da banda Ponto de Equilíbrio em povoados da Baixada Maranhense. Com oito faixas, o trabalho reúne registros de manifestações populares e tradições orais que atravessam gerações na região. O projeto nasceu de uma pesquisa iniciada de forma independente em 2018 e aprofundada durante o pós-doutorado de Kastrup no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da UFRJ. Ao lado de técnicos de som, o pesquisador percorreu comunidades rurais para registrar cantos, ritmos e celebrações preservados por mestras e mestres locais... Continue Lendo na Bilboard
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
Licio Gomez - O Pária Não Para (2023)...
A idade pesa aos que enxergam como fardo. Muitos não sabem que o veterano de guerra musical Licio Gomez, vem resistindo ao avanço do tempo e dos espaços, que não são muitos, para fazer música e expressar o que grita na sua mente. Nascido no bairro de Casa Amarela, em Recife - Pernambuco, bairro no qual ele voltou a morar na adolescência e que através dos amigos, conheceu o Punk Rock ,o Hardcore, o Rap, até que ouviu pela primeira vez Rage Against The Machine e sua vida mudou. No auge do movimento underground do Alto José do Pinho, comunidade próxima à sua, o Morro da Conceição, formou sua primeira banda com amigos de lá, chamada Fonofobia, que misturava Rap com Metal. Antes mesmo do fim da banda, começou a frequentar os bailes Rap da cidade e as rodas de B-Boys e B-Girls no centro da cidade, onde estreitou a paixão pelo ritmo e poesia e os fundamentos do Hip Hop. Com o fim do Fonofobia e o surgimento do Mangue Beat, foi chamado para ser vocalista de uma banda desse gênero, chamada Filhos do Lodo e até obteve um alcance interessante pra uma época que a internet não era a fonte de divulgação musical ainda, mas a banda acabou por divergências entre membros. Após um tempo só compondo e redescobrindo o Jazz e o Funk, formou a banda Projeto Ohm, com antigos amigos musicais e das noites recifenses, com influências do que acumulou ao longo dos anos. A banda entrou em hiato indefinido mas Licio sentia uma necessidade de resgatar uma paixão antiga que sempre orbitou suas composições mas que agora ele achava que precisava de uma abordagem mais direta. Então, depois de um período varando madrugadas escrevendo e produzindo, Licio chega na concepção da Mixtape “Zen Solo”. Em meados de 2019 e inicio de 2020, lançou uma nova Mixtape, chamada “Síndrome de Estocolmo”, com a mesma proposta de desafio criativo, porém ampliando horizontes com participações em suas novas músicas. Em 2020/ 2022 lançou singles que culminaram na Mixtape Lima Golf. Essa Mixtape conta com parcerias de rappers e trappers de Pernambuco e de São Paulo e mantém a parceria de sucesso com a produção musical de Thiago Honorato. No segundo semestre de 2023, o artista lançou o álbum “O Pária Não Para”, com 10 músicas produzidas por Licio e Thiago Honorato e contando com visualizers e arte gráfica por Licio. Licio Gomez ainda é VJ, Produtor Executivo de Eventos e DJ, além de entusiasta pelo que se faz de novo musicalmente no seu estado e pelo mundo afora...
Vida Ruim - Nem Mestre, Nem Escravo (2026)...
A banda curitibana Vida Ruim lança seu novo compacto neste domingo com o show na clássica domingueira do Lado B Bar. “Nem Mestre Nem Escravo” é o quarto registro em vinil da banda em sua parceria com o selo Zoom Discos. Com quatro músicas no total, o lado A contém a faixa “Seu trabalho não te ama de volta”, hit surf-apocalíptico das classes operárias e anti-hino do Linkedin. Já o lado B traz 3 faixas punk aceleradas em 4 minutos naquela energia frenética que caracteriza a banda ao vivo. O disco já está disponível nas plataformas de streaming e o vinil também já pode ser adquirido com qualquer um dos selos parceiros. As faixas foram gravadas em 2025 no Laje Estúdio, com produção e mixagem de Michael Wilseque (Clan dos Mortos Cicatriz). O vinil no formato 7”l conta com edição caprichada característica dos lançamentos da Zoom Discos. A capa é feita artesanalmente em serigrafia e numerada uma a uma pelo artista e baixista da banda, Chico Felix. A ilustração do tigre é da artista paulistana V/V. Além da Zoom, foram fundamentais para o lançamento a colaboração e o apoio dos selos parceiros O Porão Discos, Mandinga Records, Zoombie Records, Pólvora Records e Estopim... Saiba Mais
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
Turmallina - Enquanto o Mundo Dorme (2026)...
Primeiro álbum da banda paulistana fala de cansaço, desejo, identidade e vida adulta Quem acompanha o Minuto Indie já esbarrou algumas vezes na Turmallina por aqui e não é por acaso. A banda paulistana vem se firmando como um dos nomes mais interessantes da cena indie brasileira, com guitarras que passam pelo shoegaze e pelo dream pop. Lançado no último dia 21, Enquanto o Mundo Dorme é o primeiro álbum de estúdio do grupo que estávamos bem ansiosos pra conferir. Gravado ao longo de quase dois anos, entre 2024 e 2026, o disco nasceu principalmente nas horas que sobravam depois do expediente, dos deslocamentos e das obrigações da vida adulta. Te identifica? A ideia aparece de forma direta no próprio título. “Fazemos nossa arte enquanto o mundo dorme, pois é o tempo que nos resta fora da rotina de trabalho formal”, explica o guitarrista e compositor Caio Silva. Em vez de romantizar o corre de quem precisa conciliar emprego e criação, o álbum deixa o cansaço aparecer como parte real desse processo, com todo o ônus de levar uma vida se desdobrando entre criação e responsabilidades da vida CLT... Continue Lendo no Minuto Indie
YELL - Viajem (2026)...
Download: Viajem (2026).rar
Inspirado por viagens espaciais e encontros com alienígenas, o projeto explora a fluidez e a abstração da música eletrônica experimental junto às pulsações cativantes da eletrônica de pista, criando uma paisagem sonora imersiva de “outro mundo”. O EP explora, dentro de uma alegoria intergalática, a ideia de encontrar consigo mesmo no decorrer da jornada e como esse processo é transformador. Compactado em seis faixas que têm como estilo primário a Deconstructed Club e a IDM, influenciado por artistas como Arca, Autechre e SD Laika, brinca com a ideia de um futurismo clássico, inspirado também na estética sonora da eletrônica do passado, como Kraftwerk e Giorgio Moroder. YELL é maranhense, de 24 anos e desde 2020 tem se aventurado na construção de uma sonoridade futurística e fora da curva, especialmente para o que tem sido feito na eletrônica brasileira, tendo lançado outros dois EPs, Neo Dream em 2024 e Abaporu em 2025. O título do EP, que a princípio pode sugerir um erro de digitação, é na verdade uma brincadeira com o verbo, funcionando como um convite ao ouvinte se permitir viajar através do som. Os títulos das faixas funcionam como capítulos em uma história de exploração espacial com início, meio e fim. Como um filme para os ouvidos...
terça-feira, 1 de setembro de 2026
Big Marias - Hungry Heart (2026)...
A banda tocantinense Big Marias apresenta oficialmente seu novo álbum, Hungry Heart, no dia 28 de agosto. Segundo álbum da Big Marias, Hungry Heart reúne o power trio formado pelas irmãs Sam Cayres (voz e guitarra) e Didia Cayres (bateria), ao lado de Felipe Supernaut (baixo). Depois de apresentar sua identidade no disco de estreia, lançado em 2025, a banda retorna com um trabalho mais maduro, intenso e seguro de suas escolhas, reafirmando seu lugar entre os principais nomes do rock alternativo produzido no Norte do Brasil. Gravado no RockLab Estúdio, em Anápolis (GO), com produção de Gustavo Vázquez e Daniel Mota, Hungry Heart nasceu de um processo criativo pouco convencional. Parte das canções foi resgatada de composições esquecidas em um antigo iPhone 6 de Sam Cayres, enquanto outras surgiram durante uma imersão artística realizada em Taquaruçu (TO), onde a banda se dedicou exclusivamente à composição, aos ensaios e à construção da identidade estética do disco... Continue Lendo no Midia Ninja
Meio/Cão - Animal Por Excelência (2026)...
Download: Animal Por Excelência (2026).rar
O quarteto carioca meio/cão apresenta "Animal Por Excelência", seu segundo EP — e o trabalho mais preciso da banda até aqui. Gravado, produzido, mixado e masterizado por Lucas Gabriel em home studio no Rio de Janeiro, com coprodução de Victor Bueno, o disco chega após um ano de hiato da banda e nasce de um processo de reconciliação: tempo, distância e reencontro moldaram um som mais afiado do que o do primeiro trabalho. Lucas Gabriel (voz, guitarra, sax, synth, produção), Victor Bueno (baixo, voz, coprodução), Jay Fernandes (bateria, percussão) e o novo integrante Guilherme Jungstedt (guitarra, também da banda Metabrisa) constroem um som que habita a tensão antes do colapso: abrasivo, melódico, enrolado até o limite. Se o debut estabeleceu a identidade da banda, Animal por Excelência chega com um alvo. O disco é declaradamente político — não no sentido panfletário, mas no sentido mais visceral da palavra. meio/cão não explica, acumula pressão. O post-punk sempre foi um gênero que recusou o conforto: nasceu da raiva, sobreviveu pela tensão, e chegou até hoje porque a raiva não foi embora. Animal por Excelência entende isso. As letras operam num registro abstrato e cortante — imagens que pesam sem precisar ser literais, que deixam marca sem precisar explicar de onde veio o golpe...




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