O cantor cearense João Beydoun acaba de lançar seu primeiro álbum, “Deu Reggae”, trabalho que marca sua chegada oficial à cena e celebra o legado deixado por sua família na história do reggae brasileiro – João é filho de Fauzi Beydoun, vocalista da Tribo de Jah. Produzido por Thiago “JahBass”, o disco explora vertentes e texturas que atravessam o gênero, mantendo a organicidade e a vibração que moldaram João desde a infância. “Por ser o meu primeiro álbum, coloquei nele tudo aquilo que me formou como artista: as raízes, a espiritualidade, as mensagens positivas e a vibração do reggae”, explica o artista. O álbum destaca a presença de influências do Reggae Roots jamaicano, mas também incorpora elementos da música brasileira, criando uma ponte entre diferentes gerações do público. Entre os destaques estão as participações especiais que carregam significado afetivo: em “Teu Legado”, João divide os vocais com o pai, em uma homenagem direta à trajetória da Tribo de Jah; já em “Seja Você”, ele canta ao lado do irmão, Pedro Beydoun, reforçando o tema da identidade em tempos turbulentos... Continue Lendo no Groovin Mood
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
João Beydoun - Deu Reggae (2025)...
O cantor cearense João Beydoun acaba de lançar seu primeiro álbum, “Deu Reggae”, trabalho que marca sua chegada oficial à cena e celebra o legado deixado por sua família na história do reggae brasileiro – João é filho de Fauzi Beydoun, vocalista da Tribo de Jah. Produzido por Thiago “JahBass”, o disco explora vertentes e texturas que atravessam o gênero, mantendo a organicidade e a vibração que moldaram João desde a infância. “Por ser o meu primeiro álbum, coloquei nele tudo aquilo que me formou como artista: as raízes, a espiritualidade, as mensagens positivas e a vibração do reggae”, explica o artista. O álbum destaca a presença de influências do Reggae Roots jamaicano, mas também incorpora elementos da música brasileira, criando uma ponte entre diferentes gerações do público. Entre os destaques estão as participações especiais que carregam significado afetivo: em “Teu Legado”, João divide os vocais com o pai, em uma homenagem direta à trajetória da Tribo de Jah; já em “Seja Você”, ele canta ao lado do irmão, Pedro Beydoun, reforçando o tema da identidade em tempos turbulentos... Continue Lendo no Groovin Mood
The Parking Lots - We The People Are The Parking Lots (2025)...
Muito do que falo aqui em cada resenha de discos independentes gira em torno de esperança. A cena independente brasileira traz esperança sobre um cenário musical diferente, traz esperança sobre artistas e bandas que pensam música e arte de forma diferente. E não que o passado tenha sido melhor ou pior, mas diferente. Essa visão coincide com a faixa-manifesto do primeiro disco de estúdio do trio The Parking Lots: “Algo de novo há de surgir, embora ainda seja impossível dizer o que será.” Na coluna de hoje, vou te mostrar alguns dos aspectos que mais me surpreenderam ao ouvir o disco e confirmaram a minha esperança na cena independente brasileira... Continue Lendo no Anota O Som
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Artur Wais - Chegadas (2025)...
O EP "Chegadas", do cantor e compositor gaúcho Artur Wais, vai ao ar dia 09/12 e é uma coleção de sete canções que funcionam como crônicas de encontros, explorando a euforia e a ironia que fazem parte da construção do amor e da paixão. Na construção desse repertório, Artur contou com alguns parceiros de composição, como Guilherme Becker, João Ortácio, Yuri ML e Zelito Ramos. Participaram das gravações Marcelo Corsetti (guitarra e produção musical), Miguel Tejera (baix0), Dani Vargas (bateria), Bruno Coelho (percussão), Lucas Ramos (percussão), Gabriel Castro (percussão), Cecília Tres (participação especial e backing vocal), Brenda Billmann (backing vocals), Yuri ML (participação especial), Zelito Ramos (participação especial), Cristiano Ludwig (palmas e estalos de dedo), Igor Conrad (guitarra), Da Schaaf, Davide Banin, Jimena Arruti, Joaco Zucchini, NATS, Paula Quadrelli, Sasha Shinezz e Valentín Flores (gritos e coro). A extensa ficha técnica ilustra um pouco do que Artur vem buscando com a construção do projeto: “É um projeto solo, mas que é também coletivo. Muita coisa sou eu que faço, claro, na organização de tudo e tal, mas me encanta poder envolver vários amigos e amigas na construção desse repertório. Desde o lançamento de ‘Sobreviver aos 30’ que já venho fazendo isso de envolver o máximo de pessoas possível nos processos de produção. Tem me agradado fazer assim.” comenta. Para o show, Artur Wais (voz e violão) sobe ao palco com a banda formada por Marcelo Corsetti (guitarra), Dani Vargas (bateria) e Henrique Mello (baixo)...
João Merín - Melô do Pajé (2025)...
Melô do Pajé é uma mixtape de João Merín que nasce da escuta profunda, da pesquisa e do tempo. Um trabalho que atravessa música eletrônica, rap e espiritualidade latino-americana sem recorrer ao óbvio ou ao folclore. Com colaborações de Sérgio Akueran e Bonsuet, a mixtape reúne faixas produzidas e amadurecidas desde 2020, organizadas agora como um corpo coeso — não como um arquivo de sobras, mas como um recorte consciente de uma investigação artística contínua. Ao longo das faixas, Merín aprofunda sua pesquisa sobre movimentos culturais e religiosos da América Latina, cruzando referências do Grime, Drum & Bass e Dub com uma musicalidade marcada pelo pulso baiano, pela oralidade e pelo transe rítmico. O resultado é uma obra que dialoga tanto com a pista quanto com o rito. Melô do Pajé é o oitavo trabalho solo de Merín — também conhecido como Marcola Bituca — e funciona como um ponto de inflexão em sua trajetória: menos preocupado com formatos tradicionais de lançamento e mais interessado em construir uma linguagem própria, onde música, memória e território se entrelaçam...
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Matheus Mantovani - Morar no Infinito (2025)...
Download: Morar no Infinito (2025).rar
Matheus Mantovani, cantor e compositor residente em Tatuí, no interior de São Paulo, lançou em 22 de novembro o EP “Morar No Infinito”. O trabalho apresenta quatro faixas autorais produzidas pelo próprio artista e marca a continuidade de sua trajetória solo, quatro anos após o lançamento do disco de estreia “Às Mãos Amigas”. As composições foram criadas entre 2020 e 2023 e abordam questões metafísicas, como a relação humana com a ideia de eternidade. Segundo o músico, o conteúdo das letras recebeu influência direta das ficções filosóficas do autor argentino Jorge Luis Borges. O processo de criação foi conduzido de forma lenta, permitindo transformações nas faixas ao longo do tempo... Continue Lendo no Indie Rock Brasil
Silva Barros & Grupo - Ponto de Fuga (2026)...
Geralmente relegada ao segundo plano dos arranjos, a bateria ganha novo status no álbum “Ponto de Fuga”, do recifense Silva Barros, que já está disponível nas plataformas digitais. No disco, seu primeiro com o Silva Barros & Grupo, o instrumento é elevado à posição de condutor musical, estruturando harmonias a partir de uma perspectiva enraizada na cultura percussiva de Pernambuco, em um papel narrativo até então pouco explorado. Porém, na trajetória de Silva, os instrumentos percussivos sempre foram protagonistas. Desde o xilofone de madeira da infância, a percussão já era sua primeira linguagem. As aulas de música instrumental aos sábados na Escola Municipal Florestan Fernandes, no Ibura de Baixo, apresentaram a ele a bateria. “Era algo que me realizava”, conta o baterista em entrevista ao Diario. Logo começou a tocar na banda do diretor da escola e, em seguida, foi conquistando espaço em outros grupos. O divisor de águas para Silva enxergar a bateria como uma voz capaz de conduzir e narrar foi seu ingresso no Conservatório Pernambucano de Música, em 2015. Lá, sob a orientação do professor Hugo Medeiros, que já integrou o trio de jazz do pianista Amaro Freitas, ele aprendeu a compor a partir do instrumento. “Mudou completamente minha forma de pensar a bateria e a música”, relata... Continue Lendo no Diário de Pernambuco
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Bixarte - Feitiço (2025)...
A cantora e compositora Bixarte lançou nesta sexta-feira (21) seu segundo álbum, Feitiço, um trabalho que reafirma suas raízes paraibanas, seu rap afiado e uma estética marcada por ancestralidade, amor e força. O lançamento chega um dia após o Dia Nacional da Consciência Negra, reforçando o caráter político, espiritual e afirmativo que atravessa o disco. Com doze faixas, Feitiço marca um momento de amadurecimento artístico para Bixarte — ao mesmo tempo em que representa um retorno às origens. “Depois de Traviarcado, eu precisei dar uns passos atrás, voltar pro rap pra entender de onde eu vim e pra onde eu quero ir. Eu não quero fazer música só pra viralizar, quero impactar vidas”, explica a artista, que escolheu colaboradores que também atravessam sua própria trajetória... Continue Lendo no TMDQA!
Talvez Seja Só Eu - Não Me Deixam em Paz (2025)...
Se você ainda não conhece Talvez Seja Só Eu, está na hora de mergulhar no universo de Bruno Benzaquêm, músico, produtor, psicólogo e psicopedagogo, que transforma experiências de vida em música com uma sensibilidade rara. Com o álbum Não Me Deixam em Paz, Bruno e sua banda — André Luiz Rosa, André Urso Santos, Felipe Musa e João Carstens — entregam um trabalho que mistura rock, samba e jazz, unindo histórias de vida, amizade e cotidiano com uma honestidade que toca qualquer ouvinte. O álbum consegue equilibrar assuntos que muitos de nós enfrentamos diariamente, colocando-os em uma narrativa musical leve, mas potente. A voz de Bruno, tão genuína quanto envolvente, se destaca em cada faixa, acompanhada de arranjos que revelam cuidado, técnica e sensibilidade. O resultado é um projeto musical que nos faz refletir, se identificar e se emocionar, tudo ao mesmo tempo. E, claro, jogar em casa — com Bruno vindo do Rio de Janeiro — só torna a experiência ainda mais próxima do nosso olhar... Continue Lendo a Entrevista No Divergente Beats
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
OBelga - Último Ensaio Sobre Seus Olhos (2025)...
Ainda que orientado pela fluidez das rimas, Último Ensaio Sobre Seus Olhos (2025, Risco) está longe de ser uma obra limitada a um gênero específico. Primeiro álbum de estúdio do rapper mineiro Obelga, o registro passeia por entre estilos e diferentes parceiros criativos enquanto destaca a força dos versos. São canções que tratam sobre relações afetivas, dores, lutas e memórias enquanto apresentam o artista de Uberlândia. Faixa de abertura do álbum, Descansar É Pecado sintetiza parte dos temas que serão explorados ao longo da obra. Enquanto a base hipnótica vai da música disco ao funk, versos compartilhados com Ana Frango Elétrico abordam o contraste entre desejo e vulnerabilidade em meio à violência cotidiana. É como um ensaio para o que se revela de forma ainda mais interessante na composição seguinte, Indecisa e Suspeita, colaboração com VND que destaca a produção caprichada assinada em conjunto por Ryam Beatz e Pirlo... Continue Lendo no Música Instantânea
Trabalhos Espaciais Manuais - Ponto de Curva (2025)...
Grupo gaúcho conhecido tanto por seu nome completo quanto pelo seu apelido, o Trabalhos Espaciais Manuais (TEM) faz uma espécie de jazz espacial – não tanto pelos efeitos das músicas, mas pela gama de universos que visita a cada faixa de seu disco Ponto de curva. A faixa-título é marcada por metais altamente criativos e por um som percussivo, dançante, quase voador, com bateria ganhando um ar quase jungle. Harapan é um festejo com os metais e a percussão – um jazz nordestino e espacial que chega a lembrar Ed Lincoln. Fatídico é um afropop, levado adiante por teclados, metais e cuíca, e tons afro dominam também o jazz vertiginoso de Fuga em Antares, além do convite psicodélico e meditativo de Miragem de Iara pt 2, com os vocais de Saskia. Entre as margens e o agora, por sua vez, tem várias faces: abre lembrando o ritmo do Earth, Wind and Fire, ganha cara latina e, depois, graças à guitarra e ao órgão, chega a lembrar o começo de Antonio Carlos e Jocafi... Continue Lendo No Pop Fantasma
domingo, 1 de fevereiro de 2026
Echo Upstairs - nossas sombras serão águas (2026)...
2025 foi uma montanha-russa para Ana Zumpano, a força-motriz na Echo Upstairs e mais uma meia-dezena de bandas da cena paulistana. O ano passado teve lançamento do álbum de estreia da Echo Upstairs, álbum da Antiprisma, turnê com Retrato e culminou com a primeira turnê na Europa da Ana, acompanhando o Oruã. Depois de vários loopings e velocidades vertiginosas, a volta ao Brasil no final de 2025 veio com um diagnóstico de câncer e a parada brusca para tratamento. Foi com enorme alegria e esperança que Ana mandou mensagem no final de 2025 avisando sobre “nossas sombras serão águas“, novo EP da Echo Upstairs, que está sendo lançado dia 26 de janeiro de 2026. Com 8 faixas, a maioria instrumental, o novo ep é mais um espaço de expressão para Ana, que vem falando abertamente sobre o tratamento no seu Instagram. “Percebi que esse assunto é abordado de uma forma muito ruim sempre, com poucas informações relevantes. Quem passa pelo tratamento fica muito traumatizado para falar e quem fala sem ter passado pelo tratamento nunca vai ter a dimensão do que é“, explica Ana... Continue Lendo no Site da Midsummer Madness
sábado, 31 de janeiro de 2026
Hominis Canidae #188 - Janeiro (2026)...
Eis nossa primeira mixtape de 2026, fechando o mês de janeiro com a nossa #coleta188, que tem 16 faixas de álbuns e EPs postados em nosso blog ao longo do mês que chega ao fim, somados a uma faixa inédita no blog. O som inédito que abre a mix, é o novo som solo da jovem cantora e compositora maranhense Geoh Nolasco. “Vibrar” tem uma pegada rock indie grungeira e ao mesmo tempo contemporânea em uma letra que se conecta com as ânsias da juventude atual. O trabalho é um lançamento do selo Brisa Rec e chega com um clipe, saca aqui:
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
GRINGOS DE JANEIRO: Um passeio pelo mundo pra finalizar o primeiro mês do ano...
Na capa deste post, o quadro Moon Woman (1942),do artista americano Jackson Pollock (1912 -1956), que nasceu num mês de janeiro. Abaixo, os álbuns e EPs que curtimos muito neste mês. Todos lançados recentemente...
Vale ler sobre eles e ouvir na íntegra, porque música se ouve por completo e não a pedaços:
Hugo Granzner - Liebe (ÁLBUM/ Argentina)
Hugo é um artista multimídia argentino apaixonado pela música, que iniciou sua jornada artística aos quatro anos com aulas de piano e artes visuais. "Liebe" é seu segundo álbum, lançado pelo selo EQ. Um trabalho eletrônico bem-feito, com boas ambiências, beats e usos de vozes num spoken word que perpassa as 10 faixas do trabalho. No álbum, o artista argentino explora temas amplos de misticismo e amor, trazendo uma abordagem nova e pouco convencional. Ele enxerga o amor não apenas como um sentimento pessoal, mas como uma força mística e universal que conecta a todos nós. Vale ouvir no seu streaming favorito ou colar no bandcamp do selo:
Midnight Hog - Space Saga Vol 1: Saucer Psalms (Álbum/ Estados Unidos)
Projeto instrumental americano de pós-rock que cria álbuns conceituais cinematográficos sombrios. “Debut Space Saga Vol 1: Saucer Psalms”, lançado em dezembro de 2025, é uma jornada cósmica de terror, com 12 faixas sobre abduções e colheitas alienígenas. Um álbum atmosférico e envolvente, que mistura elementos de rock, metal e música de orquestra, com vários bons momentos entre violinos e guitarras, tal qual toda boa trilha sonora bem-feita. Em todos os streamings e também num visualizer no youtube da banda aqui:
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
SUPERALMA - Todo Tempo Que Virá Depois Desse Momento, Vol. 2 (2025)...
Há discos que nascem da crença no poder do som. Em Todo Tempo Que Virá Depois Desse Momento – Volume 2, o SUPERALMA faz valer esta premissa e ergue um altar ao instante — não como linha que separa passado e futuro, mas como pulsação viva, que atravessa tudo. Alinhados com a própria essência, onde coabitam emoções, filosofias e seu desejo por liberdade, o trio, formado por Bella Vox, Frankstation e U.F.O., estreia as novas canções pelo selo Cósmica Records. Estruturada como se revelasse fragmentos de uma travessia, a obra convida o ouvinte a se reconhecer nas pausas, silêncios, ruídos e nas pequenas epifanias que o instante oferece. Por este motivo o novo trabalho consolida uma virada simbólica e sonora, onde cada batida parece nascer da vontade de compreender o agora. O projeto nasceu da vontade de conectar existências, tal qual o conceito transcendentalista de Ralph Waldo Emerson que inspirou o nome do grupo. SUPERALMA é mais que uma banda — é um estado de comunhão, e talvez por isso o trio soe como um corpo de três corações. A voz etérea de Bella Vox, o pulso eletrônico de Frankstation e as guitarras espaciais de U.F.O. criam juntos uma atmosfera em suspensão, onde o pop, o rock alternativo, o synthpop e o R&B se dissolvem em um mesmo fluxo. Nesse espaço híbrido, o tempo deixa de ser linear — é espiral, é respiração, é memória em movimento...
Olga Rosa - Encruzilhada (2025)...
Após um hiato forçado pela pandemia e uma reestruturação necessária, a banda curitibana olga rosa (assim mesmo, em minúsculas) consolida seu retorno à cena independente com o lançamento de seu primeiro EP, intitulado “Encruzilhada”. O trabalho, que chegou às plataformas no final de novembro de 2025, é um retrato sonoro das contradições da juventude contemporânea, costurando influências que vão do punk visceral ao indie etéreo. Formada em 2019, a olga rosa carrega em seu DNA a efervescência cultural de Curitiba. O grupo — composto por Caetano Mitczuk (bateria), Daniel Schmitz (guitarra e voz), Manuel Valdes (baixo e voz) e Osmar Buzinhani (guitarra solo) — sobreviveu ao isolamento social mantendo o diálogo criativo vivo em outros projetos, culminando em uma reunião que pareceu menos um plano e mais uma inevitabilidade... Continue Lendo no Polifonia Periférica
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
Tuxe - CEM POR CENTO (2025)...
Na pista de Tuxe cabe o mundo inteiro e seu EP de estreia, Cem Por Cento, é o seu diário de bordo. Lançado na quinta-feira (27 de novembro), o trabalho, produzido por ele mesmo, apresenta a estética deste DJ e produtor musical que é também uma das mentes por trás da gravadora independente Tandera Records. Nascido em Salvador(BA) e criado entre Feira de Santana (BA) e Aracaju (SE), Tuxe vive há seis anos em São Paulo e carrega uma escuta moldada pelo movimento. Das migrações pessoais às rotas entre cidades e cenas, essa fluidez vira som. Concebido entre São Paulo, uma turnê pelo Nordeste e sua segunda passagem pela Europa, Cem Por Cento investiga a tensão entre calor humano e a máquina, memória e o que coexiste. Cada faixa é um fragmento dessa identidade em trânsito. Para Tuxe, o EP se expressa “como um gesto de afirmação e intencionalidade: estar presente por inteiro, mesmo quando em trânsito”. A faixa de abertura, “Attention Leak” mergulha de cabeça na experimentação entre sons da América Latina e do Brasil...
Black Noia - Noia Agonia (2025)...
Após quatro anos de silêncio, a banda brasileira de Heavy Psych, Black Noia, retorna com seu segundo álbum de estúdio, Noia Agonia. O disco leva os ouvintes a uma jornada sonora através de riffs hipnóticos e ritmos percussivos enraizados em tradições regionais, equilibrando passagens pesadas e lentas com grooves tropicais. Explorando as fronteiras entre stoner doom, sludge, garage rock, noise rock e sons tradicionais brasileiros — do samba ao baião — o álbum oferece uma fusão crua e experimental...
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Amiglio - Pulsar dos Opostos (2025)...
Entre o silêncio e o ruído, entre o orgânico e o eletrônico, nasce “O Pulsar dos Opostos”, primeiro EP do mineiro Amiglio — projeto que atravessa a música, a poesia e a performance para revelar o humano em suas contradições mais belas. São seis faixas que traduzem o movimento essencial da vida: o contraste. A harmonia do desequilíbrio. O encontro entre o natural e o digital, o simples e o complexo, o devagar e o urgente...
Olivier - Dias de Calor (2025)...
Olivier quer mais. E ele busca por essas vontades em Dias de Calor, seu disco solo de estreia, disponível nas plataformas digitais a partir de 19 de novembro de 2025. Produzido por Eutimyo com colaborações de BJ3 e Olivier, o álbum apresenta 9 faixas e uma linguagem pop dinâmica, composta essencialmente de música eletrônica, drum and bass e indie rock. Dias de Calor é um cartão de visitas eficiente para a carreira de Olivier, que apesar de jovem já possui lançamentos no cenário indie nacional com seu outro projeto, a banda Ânima. Curioso, o artista faz de seu debut um território de experimentação sonora, revelando sua inquietude estética, ainda que sob um contexto de música pop. “É um álbum sobre desejos, de querer, fazer, ser e estar. O querer está presente em muitas canções do disco e os arranjos traduzem isso com as batidas, mais intensas, quase agressivas”, ele completa... Entrevista com ele no A Cena Recifense
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
Andirá - A Vida É uma Questão Pra Todo Mundo (2025)...
A Vida É Uma Questão Pra Todo Mundo é a nova experimentação musical de Gabriel Luqui, vulgo Andirá, que, mais uma vez, demonstra ousadia e criatividade ao trazer músicas com poucas amarras, sob a dualidade que transita entre o floral e a acidez, carregado de elementos lisérgicos e referências que vão do hip hop ao jazz, do reggae ao rock. Diferente do trabalho apresentado pelo artista até então, seu novo disco traz a mesma mensagem densa, mas ao invés de textos potentes e diretos, o artista mira na música instrumental como caminho de comunicação...











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