domingo, 11 de janeiro de 2026

Pessoas Que Eu Conheço - Analizador Léxico (2025)..



Download: Analizador Léxico (2025).zip (Ou vá no bandcamp acima)

Lucas de Paiva está de volta com mais um novo registro de inéditas sob a alcunha de Pessoas Que Eu Conheço. Em Analizador Léxico (2025), o produtor carioca continua a se aventurar pelo jazz, porém, preservando o diálogo com a produção eletrônica. São três faixas que evidenciam a completa versatilidade do artista em estúdio... Continue Lendo no Música Instantânea
 

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sábado, 10 de janeiro de 2026

Monstromorgue - Telluric Path (2025)...



Download: Telluric Path (2025).zip (ou vá no bandcamp acima)

 A banda alagoana de grindcore Monstromorgue, de Delmiro Gouveia, lançou o seu mais novo trabalho, intitulado “Telluric Path”. O álbum já chegou às plataformas digitais e também será disponibilizado em CD pela gravadora independente Quilombo Discos. Para os colecionadores de vinil, uma edição está prevista para 2026. “Telluric Path” aborda temas políticos e existenciais numa perspectiva Kafkiana ambientados em um pós-mundo distópico habitado por baratas, refletindo sobre nossa realidade absurda, opressora e labiríntica. As ilustrações e o design gráfico do álbum ficaram a cargo do artista plástico sergipano Thiago Neumann... Continue Lendo no Mira da Janela

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Ruas Mc - ALMA DE PROTAGONISTA (2025)...




Ruas MC voltou a colocar o nome no centro da própria narrativa. O rapper de Sumaré, São Paulo, acaba de lançar o álbum “Alma de Protagonista”, um projeto com 13 faixas que evidencia maturidade, profundidade e uma forte conexão com suas origens. O disco chegou às plataformas digitais neste dia 24 de outubro de 2025, via Symphonic Brasil, e marca uma nova fase artística na carreira do artista. “Alma de Protagonista” é, acima de tudo, uma imersão na mente de quem vive o rap de dentro pra fora. O próprio Ruas define o conceito: "Ter alma de protagonista é saber quem você é quando os olhares estão em cima de você — e quando não estão também. É entender que o protagonista é o que todo mundo quer ser, mesmo já sendo. Porque isso não é um papel, é algo que vem de dentro"... Continue Lendo no Rap Midia

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Alan James - Solar/Sonhar (2025)...




O cantor, compositor e multi-instrumentista carioca, radicado em São Paulo, Alan James descobriu a música bem cedo: daí vem a série de influências em sua sonoridade e bagagem musical. Desde o antológico álbum de Roberto Carlos de 1971 (aquele de “Detalhes”) escutado na infância, passando pelo som dos Beatles e de Lô Borges na adolescência, até contemporâneos como Unknown Mortal Orchestra, é a veia sentimental com gosto de sol que o toca e faz tocar. E é com esse sabor, de luz e de afeto, que o artista contorna as composições de seu novo disco, Solar/Sonhar (Corredor 5 Records). O trabalho chega às plataformas de streaming no dia 7 de Novembro. . As 10 faixas, produzidas por Alan James ao lado de Dennis Guedes, entre São Paulo e Rio, nos transportam para a claridade do dia, o sonho desperto, o amor e o desejo de viver. Carregadas de pianos e arranjos de vozes, certas canções funcionam como evocações: ‘Na alvorada vejo você surgir pra mim/ Em meus melhores sonhos’, visões e devaneios, como narra “Luz da Manhã”, primeira composição do disco. Outras são afirmações poderosas: ‘Não precisa mais chorar só/ Em um lugar remoto, em um quarto a meia luz/ Ou no banco de trás de um carro’, tal canta “Não Precisa Mais”, faixa que abre (como interlúdio) e encerra a obra... Continue Lendo na Revista Prosa, Verso e Arte

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Germano da Silva - FEITIÇO DE MESTIÇO (2025)...




A nova obra de Germano da Silva (RS) expande sua sonoridade em temáticas contidas em outras obras lançadas entre 2022 e 2024. Em um discurso que assume a liberdade em se autodeclarar mestiço diante das lutas de raça e classe em meio ao cotidiano do Brasil de 2025. Compondo sonoridades que vão desde o rap ao jazz, com composições, produção, gravação, mixagem e masterização independentes. Situando-se em meio a regionalidade do sul em criação, que por sonoridade, não couberam em lançamentos anteriores do artista, como em o acaso do ar (2024), push down and turn (2025) e solilóquio (2025). O álbum dá voz e ênfase à cultura urbana presente no estado que sobrevive mesmo após uma devastação histórica por enchentes no ano de 2024. Composto e escrito em Passo Fundo, norte do Rio Grande do Sul, o projeto tem influências de coletivos e artistas do rap local como Black Flag, Alquimia P.H.D, Gi Koop e KunkZ, em contraste com as obras históricas de Chico Science e Fred Zero Quatro, em plena formulação e seguimentos do movimento Manguebeat... 

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kouth - DIÁRIO DE UMA GAROTA SUBVERSIVA (2025)...




Com uma estética que mistura rebeldia, sensibilidade e gritos transformados em batidas, Kouth lança nesta sexta-feira (7) o álbum Diário de Uma Garota Subversiva, disponível nas plataformas digitais via Symphonic. Unindo rap, punk e nu-metal com beats eletrônicos e traços confessionais, o disco consolida a artista como uma das maiores apostas do trap alternativo brasileiro. O projeto chega como um manifesto íntimo e ao mesmo tempo sonoro: cada faixa funciona como uma página de um diário construído dentro do próprio quarto, onde Kouth compôs, produziu, criou beats e acompanhou cada detalhe da mixagem. “É o diário de uma garota que criou o próprio universo entre fúria e silêncio. Ser subversiva é rasgar o que esperam de você e costurar um novo mundo com as próprias mãos”, define... Continue Lendo no TMDQA

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

10ventura - 2025 EP (2025)...




 A banda 10VENTURA, um dos nomes mais consistentes do rock alternativo do Sul de Minas, lança o EP “2025” no dia 7 de novembro de 2025 em todas as plataformas digitais. O trabalho marca uma nova fase da banda e traz duas faixas que simbolizam momentos distintos da trajetória do grupo: “Amanhã” e “Café, Cigarros e Composições”. O single principal, “Amanhã”, foi produzido por Marcus Maia — conhecido por trabalhos com Kamaitachi — e representa a maturação da 10VENTURA, sendo a primeira música composta e gravada em formato de power trio. Já “Café, Cigarros e Composições” foi composta originalmente em 2012, no primeiro projeto musical de Victor Germiniani e Gustavo Pagani, chamado Eskina, e agora ganha uma nova roupagem produzida pelo próprio Victor...

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Ilu$ion - Ilusão (2025)...




“Ilusão” é o novo EP do artista Ilu$ion, trazendo 6 faixas de um trap alternativo, melódico e emocional. Tudo — da produção ao conceito — é criado pelo próprio artista, que explora novas texturas e atmosferas para entregar um som único dentro da cena. O projeto nasce de uma perspectiva rara: Ilusion é um artista deficiente visual, e transforma essa vivência em música com muita sensibilidade e intensidade. Cada faixa reflete sua forma particular de enxergar o mundo — criando um trap íntimo, profundo e cheio de identidade...

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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

afterhourless - No Friends at Dusk (2025)...




Sabe aquele som indie de guitarras, meio ensimesmado, vocal enterrado na mixagem, algumas eventuais explosões? Mesmo que sua resposta seja “sei”, as referências serão bem diferentes dependendo da sua idade. Os mais veteranos vão pensar no My Bloody Valentine e seus filhotes, os mais jovens vão pensar nesse revival shoegaze… e é com ambos que o aferhourless quer falar. Projeto de um homem só do multiinstrumentista curitibano Rafael Panke, o afterhourless lança agora seu EP de estreia, “No Friends at Dusk” (2025), em meio a muitas “retomadas” do seu criador. Também integrante do ruído/mm, um dos maiores nomes do post-rock brasileiro, Panke retornou aos palcos com sua banda depois de um hiato de quase sete anos, se enfurnou no estúdio caseiro para registrar todos os instrumentos, e ainda assumiu a frente do selo Spleen Teen, que articulou um lançamento conjunto do EP na Inglaterra com o selo local Shore Dive Records, vinil incluído... Continue Lendo no Scream Yell

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Cassio Vianna Jazz Orchestra - Vida (2025)...




Download: Vida (2025).rar

 "Vida" é o novo álbum da Cassio Vianna Jazz Orchestra, apresentando composições originais de Vianna interpretadas por um grupo estelar de músicos do noroeste do Pacífico e o convidado especial Eric Marienthal. "Vianna, um compositor e arranjador notável, lidera uma orquestra impecável. Não é de se admirar, portanto, que Vida se destaque como um dos principais álbuns de big band do ano... Continue Lendo no All About Jazz

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Diomedes Chinaski - Alma Dourada (2025)...




Naquela pegada álbuns no período de natal, que já foi meio que uma tradição no hip hop mundial. O mc pernambucano Diomedes Chinaski apresenta sua nova mixtape "Alma Dourada". São 10 faixas do mais puro hip hop, misturando elementos de trap, sons de Pernambuco, vários feats, tudo com aquele flow foda dO Aprendiz...

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SKIZORAMA - Skizochaos (2025)...




“O caos da cidade, a saúde mental, a desigualdade social e as consequências da ditadura militar que respingam até hoje na nossa política”. O trio punk paulistano Skizorama junta nessa frase tudo que está por trás de seu primeiro álbum, Skizochaos – um disco direto (20 minutos), quase sempre inspirado no punk da era Grito suburbano (a primeira coletânea do punk de São Paulo, 1982), mas prosseguindo com outras ideias e referências. Crica (baixo e voz), Tio (guitarra e voz) e Cavera (bateria e voz) acrescentam à massa carne-de-pescoço herdada do punk clássico a novidades dos três vocais diferentes – a voz feminina, forte e aguda de Crica une-se a vocais masculinos naturais e guturais dos outros dois. Em Olho por olho, a vibe próxima do hardcore chega perto do black metal, enquanto faixas como Mediúnico insight, Ratos (“os ratos vão saindo do bueiro e do porão / vão direto pra Brasília exercer sua função”), Futuro retrato (que traz guitarras ótimas) e Pare de reclamar, o som oscila entre lembranças de Dead Kennedys, Exploited, Ratos de Porão, Ramones e Inocentes... Continue Lendo no Pop Fantasma

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domingo, 4 de janeiro de 2026

bruxa do mangue - jewelry (2026)...





Inaugurando a TAG do ano novo com o recém lançado novo álbum do projeto sergipano bruxa do mangue, da Lynn.

"a ideia por trás desse álbum foi "gravar o máximo possível de músicas curtas"; não saiu 100% como planejado porque algumas passaram de 2 minutos e meio, mas acho que cheguei perto o bastante da minha intenção original."

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sábado, 3 de janeiro de 2026

SwitchBacK HC - O Cão Tá pra Trás (2025)...




 Caos” (2019) e “Batendo de Frente” (2021) —, o SwitchBacK crava sua marca de vez na cena da música porrada, com o aguardado álbum de estreia; “O Cão Tá Pra Trás”, que conta com 13 faixas, calcadas no Hardcore/Punk, com toques de Thrash, e até, do GrindCore. Representante da cena carioca, o SwitchBacK combina riffs cortantes, peso e velocidade, em suas composições, com letras diretas que expõem os conflitos sociais e políticos do dia a dia. Deste trabalho eles haviam dado ótimas ‘pistas’, através dos potentes singles de “A Farsa e a Força”, Sob o Jugo” e “Sétimo Selo” –esses dois últimos, com participações especiais de Jão (Ratos de Porão) e Alex Kafer (The Troops Of Doom), respectivamente... Continue Lendo nO Onde o Rock Acontece

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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Kay - Só o que faltava mesmo (2025)...




Natural de Porto Franco, no interior do Maranhão, o cantor e compositor Kay lança o EP “Só o que faltava mesmo”, um trabalho que reflete sobre deslocamento, origem e pertencimento. O novo projeto encerra o ciclo iniciado com “Viagem pt.1” e aprofunda a estética musical que o artista vem desenvolvendo desde seu primeiro lançamento em 2021. Com uma sonoridade que transita entre o pop alternativo, o MPB contemporâneo e elementos da música nordestina, Kay traduz em canção o contraste entre o caos das cidades grandes e a calma do interior. O EP nasce desse movimento. As duas faixas do trabalho refletem essa dualidade de forma complementar: “Viagem”, uma canção de sossego que combina sons da natureza e instrumentos de timbre nordestino, evoca o clima interiorano e a introspecção do retorno às origens. “Catraca”, por outro lado, é mais acelerada, guiada por guitarras e sons incidentais de cidade, trânsito e rádio, simbolizando a correria e o ruído do cotidiano urbano...

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Kabeça Cheia - Demais (2025)...





Começando os trabalhos de 2026 com um registro ao vivo, pra te lembrar que música é rua e palco, então cole em mais shows nesse ano novo...

José Victor Barroso, o Zé, ou o próprio Kabeça Cheia, surgiu com o seu projeto musical “do nada”: o disco autointitulado chegou no fim de 2024, com uma capa icônica e uma setlist cheia de desabafos e músicas reais do cotidiano jovem, ganhando espaço orgânico na cena indie paulistana. Depois de 1 ano de shows e novas músicas, o projeto ganha um álbum ao vivo: ‘DEMAIS’ que chegou no dia 09/11 com duas faixas inéditas e registro em vídeo - no canal teleharmonico e nas plataformas de áudio. Apesar de aparecer como uma surpresa entre os lançamentos em outubro de 2024, o disco ‘Kabeça Cheia’ é resultado de algumas tentativas e aprendizados de José Victor. Como muitos trabalhos independentes, o compilado é fruto de composições feitas em um quarto na pandemia e que tomaram proporções inesperadas com o fim do isolamento e novas pessoas somando ao projeto. Foram sentimentos enclausurados em formato de música e que ganharam outro olhar quando compartilhados com o mundo...

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quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

25 álbuns/EPs que você deveria ter escutado em 2025...

 

Ok, mais um ano acabando. Não sei como foi o ano pra vocês, mas o meu foi bem atípico, ou típico, por ter sido mais careta e tradicional. Queria ter visto muito mais shows, queria ter feito muito mais ações culturais para além do blog (e algumas outras), quem sabe ano que vem, já que o ano novo sempre vem!!

O único motivo de realizarmos essa compilação, é pra resumir o ano e dar ainda mais destaque a #musicabr, principalmente os sons indies e que andam a margem dos streamings tradicionais e fora das panelinhas e sem dinheiro para comprar posições em listas suspeitas nos streamings maliciosos...

Chegamos ao final de 2024 com 464 álbuns/EPS lançados neste ano e postados em nosso blog. O recorde segue sendo de 509 trabalhos postados dentro do ano, alcançado em 2022. E nem é por que está saindo menos álbuns que nos outros anos. Na realidade, se tem uma instituição que eu acho que ganhou força esse ano foram álbuns. A questão é que por aqui resolvemos dar vazão aos sons enviados no nosso gmail, sem pressa e sem correr com tags como a de ano (ainda tem uns 50 ou 60 álbuns de 2025 pra postar).

A esperança vã para o ano que vem é o indie voltar ao começo, sem focar em streamings e tentar achar saídas para o ao vivo, que é onde a música deve viver. Um sopro em meio as mesmices dos festivais publicitários e a onerosa função (que está sendo realizar shows), foi a baita turnê da Lupe de Lupe neste ano de 2025. Vários shows em espaços pequenos, inferninhos, tratando direto com seu público, naquela pegada Fugazi a brasileira...

Foram cerca de 1 milhão e 800 mil visitas ao blog até o momento em 2025 (O dobro do ano passado, mas os bots do Irã nem foram tantos assim!). Pela primeira vez desde a pandemia, o Brasil voltou a ser o maior pais em acessos ao blog, superando os Estados Unidos, que agora estão em segundo, seguido por Alemanha e Holanda (Os países europeus com mais artistas entre os nossos posts gringos mensais, ou seja, faz sentido). A mudança no Top 5 fica por conta da entrada da China (BYD me patrocina ai, pode ser o carrinho mais barato!!). Esses números foram alavancados por lançamentos populares neste ano de 2025, como os novos álbuns da Marina Sena, Bk, BaianaSystem e outros artistas, principalmente os novos que chegaram ao blog neste ano (Cerca de 100 novas tags) e divulgaram o blog pra uma galera nova. Inclusive, ontem saiu a nossa #coleta187, fechando o ano de coletâneas no blog (Ouça aqui).

Dito tudo isso, esses vários números são apenas pra te dizer que esta não é uma lista com os melhores álbuns/ registros sonoros/ discos brasileiros de 2025, mas são os que mais ouvimos e curtimos entre os que postamos no blog! Um passeio pelo ano e pelo Brasil, em sua enorme diversidade de estilos sonoros, sotaques e ideias. Vale destacar o ótimo trabalho do selo RISCO neste ano de 2025, que lançou uma gama de trabalhos bem interessantes (vários no blog e acho que tem dois ai na lista).

Vale dizer que limamos da lista os poucos lançamentos desse ano do nosso selo, o Hominis Canidae REC, mas digo com tranquilidade que o "peba", álbum de canções dx paulista Rés, poderia figurar tranquilamente nessa lista (e entrou lá na lista do site gringo Sound And Colours, vlww galera!). Mas não seria justo, já que lançamos porque gostamos dos trabalhos. Também evitamos ao máximo colocar os artistas do #HominisDissemina, nosso trampo de disseminação. Isso por que como nós criamos o release, ouvimos bem mais que os outros sons e realmente gostamos dos trabalhos. Mas álbuns como o novo do Mateus Moura (radicado no Pará), dos candangos da Satanique Samba Trio, da piauiense Banda de Pífanos Caju Pinga Fogo, O EP visual do compositor fluminense Gabriel Araújo (que tá lá no nosso Youtube) entre outros, poderiam figurar nesta lista com tranquilidade...

Segue a lista com os álbuns e EPs linkados para download/ streaming em ordem alfabética! Mantivemos o 25 até por que finalmente chegamos ao ano de 2025 (compilamos esse número desde a pandemia)... 

Alberto Continentino - Cabeça a Mil e Corpo Lento

Alê Balbo - No Caminho da Força

Alexandre Rodrigues - Kaeté

Antonio Neves - De las Nieves

cajupitanga, Arthus Fochi - Próximo

Colibri - 3R, Pt. II

De Carne e Flor - Em Teus Olhos Vejo Fendas

Disstantes - Cybertrópico

Felipe Mancini - Vissungos – Dos Cantos para as Cordas

Heal Mura – The Limited Repetition Of Pleasure

Hugo Medeiros - Tempo Curvo

Jadsa - big buraco

Jaguaribe Carne - Isabel, 7 Cirandas Negras e Um Apito

Kovtun - Transcendental Obscura

lento, distante - Tecendo Ficções

Lívia Mattos - VERVE

Neggs e Yangprj - Libertador

Nelson Special - Sentimento Special

Siba - Máquina de Fazer Festa

Stefanie - BUNMI

Thaysa Pizzolato - SYZYGY

TEST & DEAFKIDS - SEM ESPERANÇAS

Throe - Silver Blue

Turva Gris - Algum Lugar Entre o Consciente e o Inconsciente

Vauruvã - Mar da Deriva


Se você deixou algum passar, se joga! Ouça e dissemine! Ahh, sentiu falta de algum som que ouviu no blog esse ano?! Marca nois na sua rede social preferida nos dizendo qual foi ou deixa aqui no comentários...

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terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Hominis Canidae #187 - Dezembro (2025)...





Chegamos ao fim de mais um ano e fechando mais um mês aqui no blog, tome mais uma mixtape. A nossa #Coleta187 chega um dia antes, porque amanhã sai a famigerada listinha de fim de ano. Por aqui, 17 faixas de álbuns e EPs que saíram no blog ao longo desse mês de dezembro. Um mês que é sempre recheado de belos trabalhos, o que faz dessa mix uma das melhores do ano (vou logo avisando). Não tem faixa inédita, apenas com sons de álbuns e Eps postados no blog pra resumir bem o mês pra vocês...

A bela colagem pra capa foi feita pela DJ e artista multimídia de Salvador Gabriela Piñeiro, conhecida como Gabão. Ela explicou a ideia pra arte e a técnica:

"A técnica foi colagem analógica e design digital. Nos últimos anos tenho investigado o arquétipo da mulher selvagem, e nas colagens ela gosta de se manifestar através de híbridos de fêmeas de várias espécies, quase sempre em diálogo com a música. Para a capa de dezembro da HC surgiu um dueto improvável que remete ao cão/lobo símbolo do projeto, todos juntos na mesma banda."

Ficou massa o resultado! Ela inclusive fez a capa em outra versão (tem no nosso insta), com outra cor, vale colar no perfil Artísitico dela, que tá cheio de colagens e trabalhos bacanas clicando aqui.

É isso, ouça nossa coleta, dissemine com os amigos e se curte nosso trabalho, fortaleça através do nosso PIX que a chave é o nosso mail de contato: hominiscanidae@gmail.com (ou se preferir, entre para o nosso apoia.se)

Amanhã tem aquele resumo gostoso dos álbuns e EPs que vocês deveriam ter ouvido esse ano. Torcendo sempre pro próximo ano ser melhor que esse pra gerals...

Continue indo aos shows, comprando merch dos artistas que curte e disseminando musica!
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

GRINGOS DE DEZEMBRO: Fechando a tampa de 2025 com uma seleta gama de sons doideiras do mundão...


(Ante)Penúltimo dia do mês (e do ano) e aportamos com nosso post gringo de Dezembro de 2025, trazendo alguns álbuns e EPs bem interessantes e recém lançados na música esquisita do mundo pra vocês conhecerem. Desta vez, 5 trabalhos com sons de artistas de países diferentes, que vão do jazz até a música eletrônica ambient, passando por experimentais abstratas que sinalizam novos estilos sonoros e muito mais!

Na capa deste post, o quadro La Musique (1939),do artista francês Henri Matisse (1869-1954), que nasceu no último dia de dezembro.  Abaixo, os álbuns e EPs que curtimos muito neste mês. Todos lançados no último mês no máximo...

Vale ler sobre eles e ouvir na íntegra, porque música se ouve por completo e não a pedaços:


Alex Augier - The Lyrical Age (Álbum/ França):

Alex é pianista e baterista de formação e faz parte da cena da música eletrônica de Paris há alguns anos. Seu primeiro lançamento data de 2014 e de lá pra cá o artista já lançou vários EPs e pelo menos um álbum. The Lyrical Age, lançado pela gravadora oqpo Records, é seu segundo álbum e provavelmente seu trabalho mais coeso e importante em termos de produção e divulgação. “O título do álbum ecoa uma expressão de Milan Kundera, que associava a "idade lírica" ​​à juventude: um período de exaltação ingênua, por vezes tingida de kitsch”, explica Alex. O trabalho apresenta 10 faixas instrumentais cheias de synths e bons beats contemplativos, que evocam com sensibilidade as belezas e os tormentos da adolescência. Ouça no seu player preferido ou no bandcamp:



Randy Bernsen - Christmas Jam (Álbum/ Estados Unidos)

O experiente produtor, guitarrista e compositor da Flórida acaba de anunciar um álbum de natal. Eu não curto muito álbuns temáticos e menos ainda sobre temas como o Natal, mas dá pra dizer que Christmas Jam é um projeto de gravação natalina que reinventa a música da época através do jazz moderno, grooves envolventes e conversas musicais espontâneas com participação de vários nomes do jazz mundial. São eles: Bob Mintzer (saxs), Bob Franceschini (Saxs) e Gary Husband (bateria e teclados), que acompanham Randy em sua guitarra. Ao longo das 7 faixas instrumentais, sendo 5 versões e 2 composições originais, tudo com uma abordagem exploratória sonoramente interessante. "O projeto enfatiza a improvisação coletiva, a textura, o clima e a liberdade de deixar as performances se desenvolverem organicamente em tempo real”, explica Randy no release. O trabalho está em todos os streamings, ouça abaixo:



Ernest Bonzet - SehnSucht E1ns (EP/ Holanda)

Ernest é DJ nas discotecas e clubes de Hilversum desde 1985 e adentra a cena holandesa de música eletrônica que estava em total efervescência. Fez parte de selos importantes e colaborou em mixes e remixes com vários nomes da música eletrônica nos anos 1990. Depois de um hiato de 23 anos, o produtor retorna com seu primeiro lançamento na era dos streamings. SehnSucht E1ns apresenta 5 faixas instrumentais, nas quais o silêncio é tão importante quanto os sons. Voltado para o etéreo, Bonzet cria música que existe no delicado espaço entre o despertar e o sonho. Ele se especializa em composições downtempo e meditativas, cultivando uma estética sonora única, com uma certa pegada lo-fi bem interessante. O trabalho está em todos os streamings, ouça aqui: 



Shasau - Alicante (EP/ Estados Unidos)

A dupla homem-máquina de Nova York, está de volta com seu novo EP, que expande o som introduzido em Futuristian (2024), álbum de estreia do projeto. Alicante foi lançado em novembro pelo selo Omninorm e apresenta 5 faixas eletrônicas e instrumentais (tem vocais como samples apenas), cheias de synths meio dark e beats retro. A base do EP são os dois primeiros sons, criados exclusivamente para este trabalho. “A faixa-título é uma peça micro-pop exuberante e onírica que funde múltiplos estilos em uma composição íntima e cintilante”, explicam no release. “O lado B principal, “Taurine”, explora uma paleta mais hipnótica, com toques de música eletrônica, e é acompanhado por uma animação minimalista e abstrata”, complementa. As outras 3 faixas são mostras do novo álbum do projeto, previsto para 2026. O EP está em todos os streamings e aqui no bandcamp do selo:



yuppah - Kadıköy (EP/ Irlanda & Turquia)

Quarteto de irlandeses formado por Jayne Pomplas (Violino), Robbie Reilly (Synths, samplers e Improvisação) Jason Macnamara (Percussionista e loops) e Alex Moore (Synths Modulares, samplers e improviso). Kadıköy é um EP com 5 faixas e tem esse nome porque as canções foram gravadas nas ruas deste bairro em Istambul na Turquia. Sonoramente, além do improviso, é um trabalho bem puxado pro folk, alguma coisa neoclássica e totalmente instrumental. Achei a ideia interessante, uma pegada meio cigana de sair tocando e gravado por aí e ver o resultado deste processo, mais ainda que os sons, mas vale conhecer o trabalho, que está em todos os streamings e no bandcamp:



Curtiu os sons?! Diz pra nois seu preferido no comentários e espalha o post nas suas redes e pros seus amigs!!
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domingo, 28 de dezembro de 2025

Rodrigo Ogi & niLL - Manual para não desaparecer (2025)...




Poucos encontros no rap conseguem reunir, de maneira tão simbólica, trajetórias e linguagens distintas quanto o de Rodrigo Ogi e Nill. Ambos carregam universos próprios, estéticas consolidadas e públicos fiéis, mas a força de Manual para Não Desaparecer está justamente no choque entre esses dois mundos. Rodrigo Ogi é um dos grandes cronistas do rap brasileiro. Desde Crônicas da Cidade Cinza (2011), consolidou-se como narrador urbano, capaz de transformar detalhes cotidianos em imagens cinematográficas. Sua escrita é minuciosa, quase jornalística, mas sem perder a força poética: personagens, ruas e sentimentos ganham contorno em versos que soam como fragmentos de um filme não gravado. Ao longo da última década, Ogi refinou essa capacidade de narrar, tornando-se referência em rimas que olham para a cidade e para o cotidiano com densidade e lirismo. Nill, por outro lado, representa uma geração que cresceu entre o rap e a internet, sem medo de misturar linguagens e provocar ruídos. Desde os primeiros trabalhos, mostrou domínio em tensionar a cena com ironia, referências da cultura pop — de animes a videogames — e um frescor ousado que dialoga diretamente com os códigos digitais de seu tempo. Se Ogi escreve como quem filma em película, Nill cria como quem edita no celular: colagem, velocidade, humor ácido e uma leveza quase trapaceira, que desafia o peso esperado do gênero... Continue Lendo no Ismo

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