Segundo capítulo da série de discos inspirados na obra do ambientalista, escritor e filósofo brasileiro Ailton Krenak, No Ritmo da Terra (2026, Longinus) revela o domínio criativo de Lua Viana em relação ao próprio trabalho no Antropoceno. Sequência ao material entregue em Natureza Morta (2025), o registro deixa de lado a abordagem incipiente do álbum anterior para melhor organizar suas ideias, temas e bases rítmicas. Conhecida pela obra com a Sonhos Tomam Conta, a artista carioca radicada em São Paulo mantém firme a relação com o shoegaze/dream pop, porém subverte a estética estrangeira ao inserir elementos de samba, música de capoeira e afoxé de maneira decolonial. A própria temática das faixas, pautadas por questões ambientais e na ideia de futuro ancestral de Krenak, contribui para esse aspecto político do disco, conceito reforçado na capa de Poty Galaco, uma releitura da tela Missionário Sendo Comido Por Uma Onça (1907)... Continue Lendo no Música Instantânea
segunda-feira, 6 de abril de 2026
Antropoceno - No Ritmo da Terra (2026)...
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Segundo capítulo da série de discos inspirados na obra do ambientalista, escritor e filósofo brasileiro Ailton Krenak, No Ritmo da Terra (2026, Longinus) revela o domínio criativo de Lua Viana em relação ao próprio trabalho no Antropoceno. Sequência ao material entregue em Natureza Morta (2025), o registro deixa de lado a abordagem incipiente do álbum anterior para melhor organizar suas ideias, temas e bases rítmicas. Conhecida pela obra com a Sonhos Tomam Conta, a artista carioca radicada em São Paulo mantém firme a relação com o shoegaze/dream pop, porém subverte a estética estrangeira ao inserir elementos de samba, música de capoeira e afoxé de maneira decolonial. A própria temática das faixas, pautadas por questões ambientais e na ideia de futuro ancestral de Krenak, contribui para esse aspecto político do disco, conceito reforçado na capa de Poty Galaco, uma releitura da tela Missionário Sendo Comido Por Uma Onça (1907)... Continue Lendo no Música Instantânea
Táia - Obá Tajá (2026)...
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A primeira vez que o vermelho apareceu no trabalho de Táia foi no EP Tormento (2019). A cor, que representa poder, fogo, revolução, paixão e energia, reaparece agora em OBÁ TAJÁ (2026), disco recém-lançado, assim como a máscara criada por Sônia Melone, símbolo das múltiplas facetas da cantora e multi artista sergipana. A partir desses pontos, o álbum aprofunda a pesquisa estética no encontro do brega pop, elementos orquestrais e performance, a partir de uma busca íntima por identidade e pertencimento. O título também carrega camadas de sentido: OBÁ TAJÁ surge da investigação sobre o significado de "Tajá", variação sonora próxima de seu nome artístico e denominação popular da planta caladium bicolor, que nasceu espontaneamente à porta de seu antigo quarto. Ao pesquisar a origem da espécie, Táia encontrou a lenda de uma planta que brota da lágrima de um amor perdido. A temática amorosa, recorrente em sua obra, ganhou então contornos míticos. "A música que dá nome ao disco nasceu como bomba-relógio e se transformou, inclusive na letra, com o nascimento de Obá Tajá, na inquietude dessa eterna autodescoberta e como um grito de alerta para conhecermos nossa história verdadeira", afirma... Continue Lendo no Desalinho Cultural
domingo, 5 de abril de 2026
Larva Serrote - Signo Estrelado (2026)...
Download: Signo Estrelado (2026).zip (ou vá no bandcamp acima)
"PALIMPSESTO" é uma trilogia de discos concebida como um gesto de revisão e reinvenção da vasta obra da Larva Serrote. Cada um dos três discos que compõem a trilogia reúne e reformula faixas que compartilham uma mesma paleta sonora, evidenciando continuidades, contrastes e recorrências ao longo da trajetória do projeto. Ao operar como um palimpsesto — em que vestígios do passado permanecem visíveis sob novas camadas — a trilogia explora as possibilidades de reescrita musical, mantendo traços reconhecíveis enquanto inaugura novas leituras. O primeiro volume, "Signo Estrelado", apresenta-se como uma efígie das canções mais marcadamente atravessadas por riffs de guitarra de caráter matemático. Aqui, padrões rítmicos complexos, estruturas entrelaçadas e texturas pontiagudas são destacados e reelaborados, conferindo unidade a um conjunto que enfatiza a dimensão mais intrincada e visceral do projeto...
sábado, 4 de abril de 2026
bruxa do mangue - the light of knowledge (2026)...
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Novo projeto da artista sergipana Bruxa do Mangue. No EP "the light of knowlegde", ela apresenta faixas lo-fi com pegada melancolicas e aquele modelo de gravação caseira...
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Marcelo Onofri & Retrato Brasileiro - Divertimento (2026)...
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Composto por Gabriel Peregrino (vibrafone), Guilherme Saka (guitarra) e Théo Fraga (contrabaixo), o Retrato Brasileiro propõe em “Divertimento” (2026), ao lado de Marcelo Onofri (piano), uma sonoridade pouco convencional dentro da música instrumental brasileira, sem bateria e com forte diálogo entre timbres, contrapontos e narrativas. “Apesar de a maioria das obras já terem sido gravadas em algum momento da carreira do Marcelo, ele nunca havia trabalhado com essa formação. A guitarra elétrica e o vibrafone trouxeram uma nova cor para músicas que ele já havia gravado em outros contextos, fomos desenvolvendo juntos os arranjos e sentindo quais peças encaixavam melhor no conjunto que queríamos construir”, explica o trio. Musicalmente, as obras de Onofri são compostas a partir de uma fusão entre referências da música de concerto (Bach, Ravel), da música brasileira (Tom Jobim, Gilberto Gil) e da tradição latino-americana, como em “Tragitango”, homenagem a Astor Piazzolla. O título “Divertimento” sintetiza tanto a estética musical quanto o processo de criação do disco. Além de remeter à ideia de peças camerísticas, o nome traduz o clima de troca, experimentação e prazer coletivo que marcou os ensaios e gravações. “É um disco muito energético, diverso e divertido de ouvir. Uma homenagem que também é um encontro de amizades”, define o trio... Continue Lendo no ScreamYell
DOREA - O Que Mais Você Quer Saber de Mim? (2026)...
Na vida, tem respostas que só a música encontra. Foi em busca delas que o cantor e compositor baiano Dorea criou “O Que Mais Você Quer De Mim?”, seu segundo álbum, já disponível em todas as plataformas digitais (ouça aqui). Aos 40 anos, o artista resolveu escancarar as próprias portas como nunca antes e apresenta ao público seus desejos, amores, inseguranças e medos, tudo embalado por uma sonoridade que lembra o conforto da própria casa. Em “Grande Coisa”, seu primeiro disco, Dorea transformou angústias da pandemia em canções aflitas. Mas “eu” e “você” eram palavras que não apareciam. Agora, no novo projeto, ele finalmente as assume e planta no público, e talvez em si mesmo, as primeiras respostas. Só que, nesse álbum, responder é também ter mais dúvidas. Na faixa que dá título ao trabalho, o artista canta: “Você me pergunta por que fico assim / Não sei lhe dizer / Eu não me entendo e nem pretendo / Não quero saber”... Continue Lendo no Diário de Pernambuco
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Pupillo - Pupillo (2026)...
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Dazluz - SUPERLIXO DELUXE VOL.2: RADIO K.B. (2026)...
Kevin Brezolin aka Dazluz lança RADIO K.B., segundo volume da série Superlixo Deluxe, um projeto dividido em quatro álbuns lançados de trás para frente. O disco é recheado de harmonias e melodias suaves, explorando Trip Hop, Neo Jazz e MPB, além de muitos samples de poesias, que tornam o álbum mais contemplativo. Produzido de forma totalmente independente, RADIO K.B. reúne influências do processo de Beatmaking e da vibe hip hop lo-fi instrumental, e (assim como os outros 3 volumes lançados) é um disco composto ao vivo, através da manipulação de samples e instrumentos em tempo real dentro do software Ableton Live. O álbum reforça a identidade de Dazluz como produtor que prioriza processo, energia e liberdade criativa, longe de fórmulas radiofônicas. Dividido em quatro volumes – VOL. 1: Popshit (canções pop eletrônicas), VOL. 2: Radio K.B. (hip hop lo-fi instrumental), VOL. 3: Anti-Mei (música eletrônica de pista), VOL. 4: Trackdump (experimental) - em Superlixo Deluxe, Dazluz organiza anos de produção em home studio e afirma uma identidade sonora própria, fora de fórmulas e padrões comerciais....
quarta-feira, 1 de abril de 2026
Siso - Ferro e Fogo (2026)...
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Em março de 2026, o cantor Siso lançou seu novo álbum: Ferro e Fogo. O disco conta com participações de Luiza Brina, Virgo Virgo, Tiê, Felipe Neiva, Brina Costa e Paulo Mutti, e é um mix de gêneros, com referências a diversas regiões do Brasil. Em entrevista ao Música Pavê, o artista comentou sobre o processo de produção de seu novo trabalho, as mensagens que desejou passar aos ouvintes e sua visão sobre a cena musical independente... Continue Lendo o Papo no Música Pavê
Bodó Valorizado - Noite de Mexidão (2026)...
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A banda Bodó Valorizado lança o EP “Noite de Mexidão”, primeiro álbum da sua história, que completa oito anos de carreira e resistência cultural em Boa Vista (RR) em 2026. O lançamento nas plataformas digitais de streaming acontece nesta sexta-feira, 06 de fevereiro, com o show de estreia na mesma data, a partir das 20h, no Estúdio Parixara, na avenida Presidente Castelo Branco, nº 2266, bairro São Vicente. Segundo a banda, a obra é “a consolidação do trabalho autoral da banda, que por essência conecta diversos ritmos e vertentes culturais da Pan-Amazônia sob uma perspectiva roraimeira, ultrapassando fronteiras geo-políticas e linguísticas e acolhendo as expressões musicais migrantes que formam o caldeirão cultural que existe atualmente em Roraima”. A banda Bodó Valorizado lança o EP “Noite de Mexidão”, primeiro álbum da sua história, que completa oito anos de carreira e resistência cultural em Boa Vista (RR) em 2026. O lançamento nas plataformas digitais de streaming acontece nesta sexta-feira, 06 de fevereiro, com o show de estreia na mesma data, a partir das 20h, no Estúdio Parixara, na avenida Presidente Castelo Branco, nº 2266, bairro São Vicente. Segundo a banda, a obra é “a consolidação do trabalho autoral da banda, que por essência conecta diversos ritmos e vertentes culturais da Pan-Amazônia sob uma perspectiva roraimeira, ultrapassando fronteiras geo-políticas e linguísticas e acolhendo as expressões musicais migrantes que formam o caldeirão cultural que existe atualmente em Roraima”... Continue Lendo na Folha BV
terça-feira, 31 de março de 2026
Hominis Canidae #190 - Março (2026)...
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A bela e colorida arte de capa foi criada pelo designer gráfico paulista Denis Diosanto. Ele explicou a ideia pra capa e o processo, sacai:
"A arte da capa eu fiz pensando nessa estética bem solta e, pra mim, divertida de desenhar. São monstrinhos aleatórios, com bastante inspiração no artista Dirty Dony e álbuns de figurinhas dos anos 80, com esses bichos bem olhudos e expressivos. A ideia é uma imagem bem cheia de informações mesmo, muita coisa pra ver, pouco espaço vazio e um certo caos colorido."
O resultado ficou massa, né?! Curti muito as cores e personagens, sempre impressionante como tem artista foda nesse país. No site do Denis você vê todos os trabalhos que ele vem desenvolvendo, tem várias coisas fodas, clica aqui.
É isso, ouça nossa coleta onde for possível e como bem entender, espero que ela te traga boas surpresas, é um resumo do mês, então se curtir algum som, vale procurar o álbum/ EP que ele faz parte pra conhecer mais! Não esquece de disseminar nas suas redes e com os amigos!
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Continue indo aos shows, comprando merch dos artistas que curte e disseminando a #musicabr!
segunda-feira, 30 de março de 2026
GRINGOS DE MARÇO: essa mistura de línguas e sons é o melhor post gringo do ano (até agora)...
Penúltimo dia do mês (e do ano) e aportamos com nosso post gringo de Março de 2026, trazendo alguns álbuns e EPs bem interessantes e recém lançados na música esquisita do mundo pra vocês conhecerem. Desta vez, 6 trabalhos com sons de artistas de países diferentes, que vão da música erudita até a música eletrônica ambient, passando por experimentais abstratas que sinalizam novos estilos sonoros e muito mais!
Na capa deste post, um foco nos dedos do quadro The Creation of Adam (1508-1512),do do pintor italiano Michelangelo (1475 - 1564), que nasceu num mês de março. Abaixo, os álbuns e EPs que curtimos muito neste mês. Todos lançados recentemente, quase todos lançados neste mês...
Vale ler sobre eles e ouvir na íntegra, porque música se ouve por completo e não a pedaços:
W-Berg - Highland Village (Álbum/ Alemanha)
Novo trabalho do músico e produtor que vive na Alemanha e é especializado na criação de música eletrônica, downbeat, dub e música ambiente. Em Highland Village, seu novo álbum lançado esse mês, ele apresenta 7 faixas instrumentais cheias de synths e ambiências interessantes. A composição que dá nome ao trabalho, pensada como uma faixa conjunta, foi dividida em cinco partes interligadas, cada uma das quais também foi individualmente remixado e remasterizado, explica o release do artista. A ideia é “criar uma experiência auditiva perfeita e uma série de faixas independentes com identidades sonoras e humores distintos”, complementa. Assim, o trabalho também direciona para a conexão sonora que você terá ao dar play no álbum no seu streaming preferido ou no bandcamp abaixo:
Max Foucher - Music For Landfill (Álbum/ Reino Unido - França)
Max é um especialista em áudio e gravador de campo francês, que vive no Reino Unido. Conhecido por colagista de som, pirata e artista de escuta profunda. Um compositor constantemente criativo e apaixonado pela experimentação. Em Music For Landfill, seu recém-lançado álbum de estreia, é uma ode a todas estas alcunhas do artista. São 15 faixas, construídas a partir de fragmentos do cotidiano ambientes. O disco mistura sons encontrados, gravações ambientais e texturas ambientais sutis em uma série de vinhetas sonoras vívidas. Falas soltas que remetem a uma ideia de espaço, tanto sideral, quando aquele vazio para o som e a escuta. “Music For Landfill transforma fragmentos esquecidos da vida cotidiana em um evocativo mosaico de som - onde o ruído ambiental torna-se atmosfera, memória e música”, comenta o artista. Ouça no seu streaming preferido ou no bandcamp do artista:
Maxwell Ijams - Sad Today, Gone Tomorrow (Album/ Estados Unidos - Coreia do Sul)
Maxwell é um multi-artista e professor americano que vive na Coreia do Sul há quase 10 anos. Sad Today, Gone Tomorrow é seu álbum mais recente, gravado ao vivo, em uma jornada instrumental abrangente de 45 minutos composta por nove movimentos distintos. O trabalho apresenta uma interação envolvente de cordas e metais, separada por profundos e melancólicos silêncios, inspirando-se tematicamente nas obras do autor alemão W.G. Sebald. Gosto da calma e do uso ambient do silêncio na composição das faixas. O trabalho foi lançado no início de março em todos os streamings e também está disponível no bandcamp do artista:
Case Against Time - Bee in the Cage (EP/ Chipre)
Este é um projeto eletrônico tátil do Chipre, centrado em peças tocadas à mão, criando sonoridades para uso e gravações de campo. Bee in the Cage, primeiro EP do projeto lançado esse mês, é uma ode às abelhas e também um equipamento com defeito. Um sintetizador que se recusou a aquecer e sintonizar adequadamente os osciladores do gerador, que mostra tais oscilações em 3 faixas instrumentais cheias de efeitos interessantes. “Em vez de procurar imediatamente uma solução, pareceu-me melhor continuar com overdubs e usar a falha como um recurso”, explica o release do projeto. Como está o sintetizador agora? Essa é uma questão para lançamentos futuros. Enquanto eles não chegam, ouça o trabalho no seu streaming favorito ou no bandcamp abaixo:
kravgé - AFTERTOUCH (EP/ Grécia)
Projeto solo de música ambiente eletrônico de um produtor grego, focado na liberação emocional. AFTERTOUCH, seu novo trabalho, é um EP de 4 faixas instrumentais e eletrônicas cheias de sentimento e com uma pegada meio lo-fi. “É um trabalho composto por quatro faixas, cada uma dedicada a um ser que marcou profundamente minha vida emocional e minha mentalidade”, explica o produtor. Tem canções para ex amor, em homenagem ao cachorro, para a filha do artista e até para um amigo e mentor. Cada som tem características dos seres homenageados, o que faz as faixas variarem de forma interessante entre elas. O trabalho está nos streamings e também no bandcamp, ouça aqui:
Margaret Hermant - Timeless - Pt.2 (EP/ Bélgica)
Compositora pós-clássica belga, que combina harpa e violino minimalistas com texturas eletrônicas sutis, criando paisagens sonoras ambientais cinematográficas e contemplativas. Além disso, a artista é membro co-fundadora do Echo Collective, no qual já colaborou com vários nomes fortes da música experimental. Seu trabalho solo, desenvolvido com o produtor Fabien Leseure, tece instrumentação acústica e camadas modulares de sintetizadores com forte foco na composição cinematográfica e audiovisual. Às vésperas de lançar seu primeiro álbum, previsto para Abril, no início do mês de março ela lançou Timeless – Pt.2, um EP de 3 faixas instrumentais muito boas, que estarão no álbum. São faixas que misturam experimentação sonora com música clássica, com ótima produção e composições maduras de uma artista em seu auge. O trabalho está em todos os streamings, ouça na playlist abaixo:
Curtiu os sons?! Diz pra nois seu preferido no comentários e espalha o post nas suas redes e pros seus amigs!!
domingo, 29 de março de 2026
Coletânea NoiseRed - Diferentes Bandeiras, o mesmo Inimigo vol.2 (2026)...
Download: Diferentes Bandeiras, o mesmo Inimigo vol.2 (2026).zip (Ou vá no bandcamp acima)
O underground não conhece fronteiras quando o objetivo é a resistência. O portal e selo NoiseRed acaba de lançar oficialmente a coletânea “Diferentes Bandeiras, o Mesmo Inimigo Vol. 2”. Com mais de duas horas de duração, o material reúne 34 bandas que representam o que há de mais visceral no Brasil, EUA, França, Alemanha e Reino Unido. Curada e produzida por Paulo Henrique (Biano), a coletânea é um mosaico de subgêneros extremos: do Thrash e Death Metal ao Punk, Hardcore e Doom. Nomes consagrados e novas promessas se unem em uma frente única contra a opressão e o fascismo... Continue Lendo no Noise Red
sábado, 28 de março de 2026
o espaço é um lugar frio e vazio - Semimetais (2026)...
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A banda "O espaço é um lugar frio e vazio" segue sua jornada imersiva na cena independente com o lançamento de seu segundo single, "Semimetais", agora disponível em todos os principais serviços de streaming. O trabalho chega em formato de single duplo, expandindo seu universo autoral com a faixa "Não é porque é zona que tem que ser bagunça", um complemento perfeito para quem já se rendeu aos hipnóticos drones e paredes sonoras que definem o projeto. A experimentação característica de "oeeulfv" alcança novos patamares com este lançamento. Mantendo as camadas de ruído, reverbs infinitos e improvisações livres que evocam a vastidão cósmica do nome da banda, "Semimetais" solidifica as influências que perpassam sua obra: do shoegaze onírico de My Bloody Valentine ao post-rock épico de Mogwai, passando pela densidade experimental de Can e NEU!. O resultado é uma proposta sonora que desafia o ouvinte a mergulhar sem concessões em sua atmosfera hipnótica e envolvente...
sexta-feira, 27 de março de 2026
Cabaça Sonora - Cabaça Sonora 2 (2026)...
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Em sua 2ª edição, o projeto de EP Cabaça Sonora reúne cinco artistas do Centro Antigo de Salvador em um trabalho coletivo que reforça a força criativa, cultural e ancestral do território. Com produção musical de Felipe Guedes e influências do samba, reggae, arrocha e outras rítmicas populares brasileiras, o EP Cabaça Sonora 2 apresenta músicas inéditas dos artistas Ejigbo Oni, Iná Tupinambá, Jade Lu, Paulinho do Reco e Victor Badaró, além de uma faixa coletiva. Vinculado ao selo musical Cabaça Sonora e à Coliga Produções, o projeto tem como propósito fomentar a produção fonográfica baiana a partir do protagonismo negro e indígena, nas canções e bastidores, contribuindo para o dessenvolvimento de carreiras artísticas emergentes, na construção de memória da música negra e indígena e para o enfrentamento das desigualdades étnico-raciais no mercado da música... Continue Lendo no Pretessencias
Fellini - Dance No Meu Quarto (2025)...
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Nada a ver com a banda paulistana, claro: Fellini é o sobrenome-nome artístico da paulistana Andressa Fellini, cujo som é uma dance music vintage, mas com texturas modernas. Dance no meu quarto, seu EP de estreia, tem até pop transante nacional oitentista, em Coisas aleatórias – mas a música vai devagar ganhando um ar hi-NRG. As referências dos anos 1980 são campeãs em Dance no meu quarto, mas aparecem sempre renovadas. Perco o ar tem flow atual e algo de funk nos vocais. Não dá é pop adulto de 40 anos atrás, mas com ar jazz. Baila une anos 1980 e 1990 no beat e no arranjo, além de guitarras que fazem lembrar Prince... Continue Lendo no Pop Fantasma
quinta-feira, 26 de março de 2026
Vários Artistas - Marulho Vol. 1 (2025)...
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O Marulho surge como uma articulação construída por artistas que vivem e criam no Norte, com o intuito de afirmar nossa própria voz e presença, e evitar que nossa arte seja tratada apenas como nota de rodapé ou cenário exótico em discursos prontos. Como primeiro gesto desse movimento, lançamos o EP Marulho Vol. 1, um álbum com 8 faixas que atravessam a sonoridade da cidade e carregam temas como o impacto da exploração ambiental no Pará, as tensões que atravessam nossos corpos e territórios, e a experiência de existir e criar de forma independente fora dos grandes centros. Mais do que um lançamento isolado, esse trabalho marca o início de uma movimentação coletiva que vem se consolidando como parte de uma nova geração de artistas que estão construindo seus próprios espaços e caminhos em Belém...
Danni Guerra - CRISTOTOPIA (2026)...
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“Cristotopia”é o álbum de estreia de Danni Guerra e se apresenta como uma obra conceitual que articula música, pensamento e experiência. Mais do que um conjunto de canções, o disco propõe um território de escuta pulsante onde som, corpo e ideia se encontram em movimento, convidando o ouvinte a perceber o espaço, o tempo e o sentido da vida contemporânea. Com doze faixas, o álbum se inscreve no campo do pop autoral brasileiro, fortemente influenciado pela Black Music, tendo soul, funk e R&B como matrizes centrais. O repertório transita entre grooves dançantes, baladas disco, baladas pop rock e faixas de atmosfera introspectiva, formando um corpo coeso em que sonoridade, letra e conceito caminham juntos... Continue Lendo no Entrementes
quarta-feira, 25 de março de 2026
Banda Cucamonga - Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim (2025)...
Banda Cucamonga une o jazz e a brasilidade no álbum “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim“. Quinteto de São Paulo apresenta fusão inédita de gêneros musicais revitalizando as possibilidades sonoras que refletem a diversidade cultural do Brasil . Uma explosão de alegria, improviso e criatividade, assim é “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim”, álbum que a Banda Cucamonga lançou nas plataformas de música em 13 de setembro. Com uma proposta ousada e contagiante, o disco funde o espírito do jazz tradicional americano com sotaques tropicais e referências genuinamente brasileiras, em uma celebração sonora que é, ao mesmo tempo, brincadeira e reverência... Continue Lendo na Revista Prosa e Arte
Criola beat - Isso É Criolabeat (2025)...
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O coletivo maranhense Criola Beat apresenta Isso É Criolabeat, seu primeiro álbum, acompanhado de um documentário e de um visualizer que ampliam a experiência sonora para o campo audiovisual. Realizado com apoio do Edital Rumos Itaú Cultural 2023-2024 e produção da Upaon Mundo Produções, o projeto já está nas plataformas digitais. Mais do que um disco, o projeto se coloca como uma reverência ao Tambor de Crioula do Maranhão, patrimônio cultural afro-brasileiro, reinterpretado a partir de beats, timbres da world music e diálogos com a cultura hip-hop. A proposta parte da vivência do produtor Adnon Soares com mestres e mestras da cultura popular maranhense e conecta tradição e contemporaneidade sem diluir a força ritual da manifestação original... Continue Lendo no Minuto Indie
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