sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Helena Angelini - TREE OF LIFE - Heaven on Earth (2025)...




 Mesclar a estética etérea com uma linguagem percussiva e terrena é a proposta artística impressa nas faixas de “Tree of Life - Heaven on Earth”, novo álbum da mineira Helena Angelini. Natural de Belo Horizonte e radicada em Lisboa, a artista apresenta um trabalho de magnitude espiritual , produzido por Raul Misturada, onde a "medicina do som" ganha contornos de celebração. Se em projetos anteriores o silêncio e a pausa pautaram a criação, aqui Helena aposta na exuberância dos arranjos para transitar entre o céu e a terra. O repertório, que soma 13 músicas, é uma digressão por tradições religiosas e arquétipos femininos, abrindo com a força de “Lilith” e percorrendo idiomas que vão do gaélico ao aramaico. Angelini, que se define como uma artista cross-cultural, constrói uma atmosfera imersiva que não se limita a fronteiras geográficas. Contudo, para quem acompanha a cena mineira, a emoção reside no retorno às raízes. A releitura do clássico “Luar do Sertão”, de Catulo da Paixão Cearense, ganha traços de doçura e uma nova roupagem em um dueto com Sérgio Pererê. É o momento em que a ancestralidade se faz presente, remetendo ao aconchego do cerrado e à terra natal da compositora. Outro destaque é a participação de Laura Catarina em “Flor Mimosa da Jurema”, reforçando o elo com a música popular brasileira... Continue Lendo na Phono

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Dr. Murder - Sempre Foram? (2025)...





"Sempre Foram" é o 4º EP da Dr. Murder, banda que atualmente conta com Antônio nos vocais, Patrícia no baixo, Gustavo na bateria e Caio na guitarra, e que desde 2014 segue espalhando o horror no cenário underground, com fortes influências na sonoridade de bandas como Misfits, Zumbis do Espaço, entre outras dos estilos horror punk, horror rock, post punk e pop punk. Suas canções falam sobre temas diversos, desde clássicos do terror, passando por filmes B, contos e histórias de horror, até a dura realidade mostrada pelos noticiários. Primeiro EP completamente gravado e mixado de forma "home made", "Sempre Foram" mescla o som característico da banda com outras influências passando pelo rock alternativo, blues rock e ska, em 7 faixas, incluindo a faixa título já lançada como single em 2024 e uma versão de "O Que Você Faria?", lançada em janeiro de 2025, que é nossa participação em disco tributo aos 25 anos da banda Pesadelo Brasileiro, uma das pioneiras do estilo no Brasil. Esse EP e toda a nossa discografia está disponível nas maiores plataformas de streaming, YouTube e Spotify entre outras. Nossos trabalhos anteriores estão disponíveis também para download no Zumbi Cangaceiro, site que reúne a maioria das bandas de Horror Punk brasileiras em seu acervo...

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Parque da São - Ideograma (2025)...




Talvez você nunca tenha ouvido falar do cineasta tailandês Apichatpong Weerasethakul – filmes dele como Tropical malady, eleito pela crítica o melhor concorrente da 28ª Mostra de Cinema de São Paulo em 2004, são um pouco mais populares. Arthur Bittencourt (violão, vindo de bandas como ente e Ovo ou Bicho) e Júlio Santa Cecília (synth, programação, criador também do projeto DJ Guaraná Jesus), os dois integrantes do projeto Parque Da São, conhecem bem o trabalho dele – até se inspiraram no cinema de Apichatpong para criar sua banda, e para montar o repertório experimental da estreia Ideograma. Dialogando musicalmente com outras referências – Negro Leo, Animal Collective – o Parque da São investe em faixas que, no fundo, são grandes imagens. Canção para Soytie, que abre o álbum, tem beat dançante, clima até bem solar – mesmo que experimental – e uma eletrônica quase clássica que vai ganhando ruídos e dá até certos sustos no ouvinte. Estados Unidos é uma canção meditativa, repleta de elementos de folk sombrio, além de ruídos externos que funcionam como uma interrupção na sensação de introspecção. Eco dos homens tem batida marcial, mas emenda com som folk e tranquilo – tem algo do lado folk do grunge e até da MPB mineira, que depois ressurge em Pira, só que de forma mais sombria... Continue Lendo no Pop Fantasma

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As the Palaces Burn - Zodiac (2025)...




Em primeira mão, neste 21 de novembro de 2025, a ROADIE CREW traz para você a resenha de Zodiac, novo álbum do As The Palaces Burn, e divulga o videoclipe da faixa Defying The Power. Após ler e assistir aqui você terá a certeza de que o thrash metal com forte influência do Nevermore que marcou End´evour, ótimo álbum de estreia lançado pela banda catarinense em 2019, sofreu uma mudança forte. Essa metamorfose iniciou em 2020, com o EP All The Evil e progrediu com um novo e decisivo passo no marcante Drowning Into Shadows, segundo full lenght que o Alyson Garcia (voz), Diego Bittencourt (guitarras) e Gilson Naspolini (bateria) disponibilizaram em 2023. Toda essa transição está indiretamente citada nas duas primeiras frases da faixa-título. De modo discreto, o grupo vinha buscando um novo espaço no “jogo” da música pesada, mas sempre ouvindo os ecos dos seus primórdios... Continue lendo no RoadieCrew

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Samira Chamma - Estou Viva (2025)...




 A paulistana Samira Chamma lança seu primeiro álbum, “Estou Viva”, já disponível nas plataformas digitais. O trabalho reúne dez canções autorais que percorrem as diferentes paisagens da música brasileira – da MPB ao samba, do xote à bossa – revelando uma artista em plena transformação pessoal e criativa. O disco nasce de uma travessia. Arquiteta de formação, Samira reencontrou a música durante o isolamento da pandemia e, aos poucos, foi se reconhecendo em novas formas de existir e criar. As canções compostas entre 2020 e 2023 são a trilha dessa virada: um mergulho no sentir e um convite à presença. “Foi um processo de coragem, de olhar pra dentro e me permitir mudar”, diz Samira. “Cantar essas músicas é me lembrar todos os dias que estou viva.” As faixas se conectam como capítulos dessa jornada. “Coragem” abre o disco em tom intimista, guiada por violões de nylon e pela voz quase sussurrada de Samira – um convite à pausa e à escuta. Em seguida, “Digo Sim” ilumina o caminho com groove que mistura MPB, rock e blues. Já a faixa-título, “Estou Viva”, ocupa o centro do álbum como um manifesto de presença, com arranjos acústicos e ares flamencos... Continue Lendo no Portal Mais Brasil

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Enni-G - Menino de Ouro (2025)...




O cenário do rap recebe “Menino de Ouro”, o álbum de estreia do artista goiano Enni-G, lançado em 01 de novembro. O projeto é um espelho da jornada de vida do artista, carregado de autenticidade e mensagens poderosas de autoconfiança e resiliência. Nascido e criado na periferia de Anápolis, em Goiás, Enni-G se define como “apenas mais um sonhador, cria de favela”. Em seu trabalho, ele entrega a essência da comunidade e a luta de quem busca viver de arte, sendo um retrato de jovens que “buscaram fazer o bem e o melhor, mesmo diante de várias coisas ruins”. O título do álbum é um manifesto dedicado àqueles que vieram “lá de baixo” e que precisam apenas de uma oportunidade para brilhar. Enni-G explica que o nome é uma homenagem a quem enfrentou adversidades, traumas familiares e a falta de estrutura, mas nunca fugiu da luta e sempre soube o seu valor... Continue Lendo no Pretessencias

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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Confeitaria - Suspiro (2025)...




A Confeitaria lança “Suspiro”, seu quarto álbum, em uma audição especial que combina artes visuais e performance. O encontro será no dia 22 de novembro, às 19h, no Espaço Comum Luiz Estrela. A noite reúne a escuta integral das faixas e uma vídeo performance criada para dialogar com o disco. Os ingressos estão disponíveis no Sympla. “Suspiro” é um álbum instrumental que mergulha em paisagens contemplativas e transições de intensidade. Composto e gravado em tempo real por Gabriel Murilo e Lucas Mortimer, no Mortimer Estúdio, o trabalho surgiu entre dezembro de 2022 e agosto de 2023. Outro ponto importante são as participações de Another Space e Duzão Mortimer. As cinco faixas — “Cartas de uma efêmera paixão eterna”, “Pow-wow”, “Confluência”, “Despedida” e “Estamos juntos nessa” — criam um fluxo que acentua texturas, camadas e atmosferas. Mixado e masterizado por Cido, o álbum também reúne imagens e vídeos produzidos pela Moviola Mídia Livre, além do design de Gagadiy... Continue Lendo no Culturadoria

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euetu - Caratapa (2025)...




A banda euetu é formada por Jean Carlo Barusso (vocalista e violonista), Felipe Nobrega (baixista), Matheus Rato (baterista) e Gustavo Kamenã (vocalista e violonista). Os membros são amigos que já tiveram experiências juntos em outras bandas e decidiram se reunir para gravar um álbum com as próprias composições. Atrajetória do grupo começou com a aprovação do projeto em um edital do Programa Municipal de Incentivo à Cultura de Londrina. Isso proporcionou as condições necessárias para que o trabalho acontecesse. Misturando música e poesia, “caratapa” conta com 10 faixas, sendo 8 canções e 2 poemas... Continue Lendo e Ouça na Rádio UEL

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Bruno Leo - Vestígios (2025)...




Bruno Leo lança “Vestígios”, álbum sobre marcas deixadas pelo caminho Quinto disco do artista carioca radicado na Finlândia transforma objetos esquecidos, espaços abandonados e memórias fragmentadas em oito faixas de rock alternativo introspectivo. Após explorar o tempo paralisado em seu disco de estreia Constantes Casos do Tempo que Parou (2020), transitar pelo limbo existencial em Limbo (2022), refletir sobre ilusões em Delusional (2023) e investigar intimidades urbanas em Conversas de Apartamento (2023), Bruno Leo apresenta agora Vestígios, seu quinto trabalho de estúdio. Um álbum que funciona pra observar as coisas que ficam quando tudo já passou. Composto, arranjado, produzido e executado inteiramente por Bruno Leo em seu home studio em Helsinki, Vestígios confirma a assinatura autoral do músico carioca, que cresceu em Brasília, passou dois anos na Califórnia e hoje reside na Finlândia... Continue Lendo no Escutai

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Lau Capym - Más Línguas (2025)...




A cantora e compositora Lau Capym lança no dia 11 de dezembro o EP Más Línguas, projeto que marca uma nova fase em sua trajetória musical e que, para ela, é definido pela liberdade sonora. O trabalho que transita entre bolero, R&B, macumba e outras influências tem participações de nomes como Bixarte e Vó Mera. “Eu acredito que o que define, realmente, o EP é a liberdade sonora, porque não tem um gênero específico, eu vou explorar o pop e a minha linguagem autoral, com elementos brasileiros, que eu acho que essa é uma referência minha”. Antes do lançamento completo, o público conhecerá no dia 3 de dezembro “Interlude”, com Vó Mera, e, no dia 4 de dezembro, o single "Más Línguas”, faixa que dá nome ao EP e que carrega um significado pessoal profundo. “Sonhei com esse nome há anos, quando escrevi a música, ainda no final da pandemia”, conta a artista. “Sempre soube que seria o título de um trabalho grande. Esse EP é o maior material que já produzi, é como apresentar um TCC depois de um ano de estudo e criação”...

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domingo, 18 de janeiro de 2026

pandUkkyi - Queria Ser Um Gato (2026)...



Download: Queria Ser Um Gato (2026).zip (ou vá no bandcamp acima)

 Novo álbum do projeto/one man band do it yourself de Curitiba, do cantor e compositor Thiago, o PandUkkyi...

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sábado, 17 de janeiro de 2026

Nigéria Futebol Clube - Entre Quatro Paredes (2025)...





Como unir revolta, sarcasmo e sede de viver em um punhado de canções carregadas de força e personalidade? A resposta pode estar no disco ‘Entre Quatro Paredes’, estreia da Nigéria Futebol Clube que acontece no dia 28/11. A primeira aparição é apenas nas plataformas de áudio, pois a banda coleciona registros em Youtube alheio e a vida fora das redes foi marcada pelo barulho que o trio fez desde o seu primeiro show, no final de 2023. Formada em 2022 por Conceição (bateria e vocal) e Rodrigo (guitarra e vocal), a Nigéria Futebol Clube já nasceu com a sua principal missão em mente: unir todas as referências da música preta em retratos da contemporaneidade e dos recortes sociais que vivem os integrantes. Punk, Math Rock, Distorções, Samples, Jazz, ritmos que fogem da forminha indie e timbres que vão além da guitarra cheia de chorus e das vozes com letras incompreensíveis. A Nigéria Futebol Clube se insere na cena independente paulistana trazendo algo totalmente novo, cantando as verdades para fora e entregando performances de muito suor em cada show...
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Persecuter - Dissonante Harmonia (2025)...




O Persecuter acaba de lançar seu segundo disco, “Dissonante Harmonia”, marcando um novo começo na trajetória da banda. O álbum expande os horizontes do grupo ao unir elementos de Death Metal, Black Metal, Heavy Metal e até influências fora do escopo tradicional do Metal Extremo. Com 12 faixas que transitam entre riffs rápidos, baterias frenéticas e passagens mais cadenciadas com vocais melódicos, o Persecuter reafirma seus novos princípios sonoros e consolida seu nome na cena nacional. A produção foi assinada pela própria banda e gravada em seu home studio, com uma estética propositalmente rústica e suja, remetendo à cultura Heavy Metal dos anos 80. O resultado é um som autêntico, que faz jus ao peso, à velocidade e à atitude do Metal Extremo Brasileiro... Continue Lendo no Over Rocks

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Virgulados - Destinos (2025)...




Quatro meses após o anúncio de O Trem De Belo Jardim (Ato 1), o Virgulados surpreende sua base de fãs ao lançar Destinos (Ato 2). Novo EP serve como uma segunda etapa rumo ao lançamento do novo álbum do grupo. Para isso, porém, ainda resta uma última fatia a ser cuidadosamente destacada em breve. A guitarra de Eduardo Albuquerque surge entre a estridência e a doçura perante o despertar da composição de forma a esboçar ligeiras inclinações com a estrutura do baião em sua aparência. Esboçando uma delicadeza nítida, mas um tanto embrionária no que tange a sua postura, o instrumento é rapidamente acompanhado por uma dupla instrumental que forma a base sonora da composição. De aparência opaca, quase como se fosse propositadamente onipresente, a bateria de Heligeison Feitosa e o baixo de Gledson Lamartine constroem uma atmosfera que leva o ouvinte a vivenciar não apenas o introspectivo, mas, essencialmente, o torpor. Perante essa sensorialidade, o ouvinte permite se entregar ao swing instaurado pela singeleza elaborada entre a linha lírica ofertada por David Biriguy, com seu sotaque deliciosamente envolvente proveniente de Pernambuco, e a nova performance da guitarra. Permitindo o vislumbre de um instrumental sincopado, agora em sua forma completa, essa ambiência liberta o espectador para viver um frescor de nuances curiosamente transcendentais. Introspectiva, dramática e amorfinante, a faixa-título reflete a ideia da fragilidade e da vulnerabilidade não apenas em relação ao destino, mas, essencialmente, em relação à própria ambição apresentada pelo personagem-lírico, evidenciando uma ambivalência entre o medo e o desejo. Ainda assim, diante da intensidade da vida, às vezes o impensado fala mais alto, e o que se tem é um alicerce que, de início, se apresenta de forma desconfortável. Mas é esse mesmo desconforto que faz o indivíduo crescer, amadurecer. No cerne da mensagem lírica, a faixa-título, que conta com a participação de Giovani Cidreira, simplesmente presa pelo crescimento, mas sem que se perca a essência, a delicadeza e a sutileza que moldam o coração do comportamento compassivo do ser humano... Continue Lendo no site do Diego Pinheiro

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Fogu - Tudo de Novo (2025)...




O músico e produtor Gustavo Foppa, conhecido artisticamente como Fogu, lança seu primeiro álbum solo, Tudo de Novo — uma obra que propõe uma viagem sonora entre o novo e o familiar, unindo referências clássicas do rock brasileiro a timbres e texturas contemporâneas. Com mais de 20 anos de trajetória na música e no audiovisual, Fogu foi finalista na categoria Trilha Sonora de longa-metragem no Festival de Cinema de Gramado (2025) e já participou de importantes festivais de música e cinema pelo país. Em Tudo de Novo, o artista apresenta uma pesquisa musical minuciosa que dialoga entre o passado e o presente. O disco foi produzido e mixado por Diogo Brochmann (banda Dingo), no Estúdio Pimenta Caseira (Porto Alegre, 2024/2025), e conta com as participações de Tupy (Luísa e os Alquimistas), Alfamor, Bruno Neves, Bernard Simon, Mariano Wortmann e Carlos Tupy. O álbum equilibra a força do clássico com a inquietação do moderno, revelando as múltiplas camadas de um artista em constante movimento...

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Seu Juvenal - O Que É Underground! (2025)...




A tradicional banda mineira Seu Juvenal acaba de disponibilizar "O Que É Underground!" nas plataformas digitais. O álbum foi gravado de forma 100% analógica com o renomado Lisciel Franco no Forestlab Studio (RJ). O guitarrista e produtor Zacca deu mais detalhes sobre todo o processo: "Gravar em fita é muito diferente. Tanto pela sonoridade quanto pela prática da gravação. Não existe essa de errar e corrigir depois no mouse. Não tem AutoTone, não tem edição de bateria, não tem plugin. O lance é assumir o B.O.. O que se escuta no EP é a verdade. São nossos timbres, nosso suor, nossos erros, nossas viagens, ruídos e sangue. Tocamos os quatro juntos e depois fizemos alguns overdubs de voz e guitarra. Rock errado puro mesmo."... Continue Lendo no ImBeat

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

PEDRO TOMMASO - AMORA (2025)...



Download: AMORA (2025).rar

O cantor e compositor Pedro Tommaso lança seu primeiro álbum de estúdio, Amora, já disponível nas plataformas digitais. Nascido em São Paulo e radicado no Norte de Minas, o artista entrega um trabalho que nasceu do desejo de falar de amor em tempos de distâncias e incertezas. O disco, produzido de forma independente, transita por ritmos como funk, samba, ijexá, bolero, pop e indie rock, abraçando influências que vão de Lenine e Chico César a Vanessa da Mata e Gilberto Gil. O resultado é um mosaico afetivo que celebra a vida, as relações e o reencontro com o próprio sentir... Continue Lendo no Blognroll

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Sunroad - Sunesthesia Live Tour (2025)...




A veterana banda goiana Sunroad, referência do hard rock nacional, lança seu novo álbum Sunesthesia Tour – Live 2024/2025, um registro eletrizante que captura toda a energia e maturidade de um grupo que há quase trinta anos mantém o gênero vivo e pulsante no Brasil. Gravado em diferentes cidades de Goiás, o disco celebra a turnê do aclamado Sunesthesia (2023) e reforça a reputação da banda como uma das mais consistentes e apaixonadas da cena. Com um repertório que transita entre o peso melódico e a pegada clássica do hard rock oitentista, o álbum é um retrato fiel do vigor do Sunroad em sua melhor forma — no palco, onde tudo acontece de maneira intensa e verdadeira... Continue Lendo no Touro Rock

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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Letícia Bastos - Meu Oxente (2025)...




“Não troco meu oxente pelo ok de ninguém”, costumava dizer Ariano Suassuna, em suas falas. A frase do autor de Auto da Compadecida foi inspiração para o título e a essência do novo EP da cantora pernambucana Letícia Bastos: Meu Oxente". O álbum da artista faz coro à valorização do universal a partir do local com músicas sobre língua, trejeitos, virtudes, características, afetos e paisagens dessa identidade sob as nuances de um pop com alma nordestina. O EP Meu Oxente está disponível nas plataformas digitais com seis músicas assinadas pela cantora e compositora e uma releitura do clássico "Feira de Mangaio" (de Sivuca e Glorinha Gadelha), cujo clipe gravado na Feira de Caruaru bate meio milhão de visualizações no YouTube e coleciona outros milhares de acessos no TikTok. “É um manifesto de pertencimento. Um trabalho autoral que nasce da minha escrita, da minha voz, do meu sotaque e das histórias que carrego comigo desde sempre. Cada faixa revela uma camada da cultura nordestina: a força, a leveza, a saudade e o desejo. É olhar para dentro, com verdade, e cantar de onde venho, com orgulho”, resume a cantora... Continue Lendo no Site da Revist Continente

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Jubba - caminhos tortos (2025)...




O primeiro EP de Jubba é a porta de entrada pra futuras viagens sonoras e misturas que vão do ruidoso, da psicodelia e da experimentação e produção lo fi, Jubba começou na musica produzindo beats, desde sempre muito fã de rap, mas também muito de rock setentista e musica brasileira, achou em um genero até então novo pra sua geração o ‘bedroom pop” nomes como “Mac demarco, King Krule, Yellow days”, o fizeram acreditar que esse seria um bom campo para suas explorações sonoras. "caminhos tortos" é um ep que mistura rock psicodélico, batidas lo fi, e toques de hip hop ao longo das faixas, todas as canções compostas e produzidas por Jubba, com exceção da faixa 3 ‘flores no meu quarto’ que conta a linda participação de Samyr, artista e produtor de hip hop...

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