terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Bixarte - Feitiço (2025)...




A cantora e compositora Bixarte lançou nesta sexta-feira (21) seu segundo álbum, Feitiço, um trabalho que reafirma suas raízes paraibanas, seu rap afiado e uma estética marcada por ancestralidade, amor e força. O lançamento chega um dia após o Dia Nacional da Consciência Negra, reforçando o caráter político, espiritual e afirmativo que atravessa o disco. Com doze faixas, Feitiço marca um momento de amadurecimento artístico para Bixarte — ao mesmo tempo em que representa um retorno às origens. “Depois de Traviarcado, eu precisei dar uns passos atrás, voltar pro rap pra entender de onde eu vim e pra onde eu quero ir. Eu não quero fazer música só pra viralizar, quero impactar vidas”, explica a artista, que escolheu colaboradores que também atravessam sua própria trajetória... Continue Lendo no TMDQA!

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Talvez Seja Só Eu - Não Me Deixam em Paz (2025)...




Se você ainda não conhece Talvez Seja Só Eu, está na hora de mergulhar no universo de Bruno Benzaquêm, músico, produtor, psicólogo e psicopedagogo, que transforma experiências de vida em música com uma sensibilidade rara. Com o álbum Não Me Deixam em Paz, Bruno e sua banda — André Luiz Rosa, André Urso Santos, Felipe Musa e João Carstens — entregam um trabalho que mistura rock, samba e jazz, unindo histórias de vida, amizade e cotidiano com uma honestidade que toca qualquer ouvinte. O álbum consegue equilibrar assuntos que muitos de nós enfrentamos diariamente, colocando-os em uma narrativa musical leve, mas potente. A voz de Bruno, tão genuína quanto envolvente, se destaca em cada faixa, acompanhada de arranjos que revelam cuidado, técnica e sensibilidade. O resultado é um projeto musical que nos faz refletir, se identificar e se emocionar, tudo ao mesmo tempo. E, claro, jogar em casa — com Bruno vindo do Rio de Janeiro — só torna a experiência ainda mais próxima do nosso olhar... Continue Lendo a Entrevista No Divergente Beats

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

OBelga - Último Ensaio Sobre Seus Olhos (2025)...




 Ainda que orientado pela fluidez das rimas, Último Ensaio Sobre Seus Olhos (2025, Risco) está longe de ser uma obra limitada a um gênero específico. Primeiro álbum de estúdio do rapper mineiro Obelga, o registro passeia por entre estilos e diferentes parceiros criativos enquanto destaca a força dos versos. São canções que tratam sobre relações afetivas, dores, lutas e memórias enquanto apresentam o artista de Uberlândia. Faixa de abertura do álbum, Descansar É Pecado sintetiza parte dos temas que serão explorados ao longo da obra. Enquanto a base hipnótica vai da música disco ao funk, versos compartilhados com Ana Frango Elétrico abordam o contraste entre desejo e vulnerabilidade em meio à violência cotidiana. É como um ensaio para o que se revela de forma ainda mais interessante na composição seguinte, Indecisa e Suspeita, colaboração com VND que destaca a produção caprichada assinada em conjunto por Ryam Beatz e Pirlo... Continue Lendo no Música Instantânea

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Trabalhos Espaciais Manuais - Ponto de Curva (2025)...




 Grupo gaúcho conhecido tanto por seu nome completo quanto pelo seu apelido, o Trabalhos Espaciais Manuais (TEM) faz uma espécie de jazz espacial – não tanto pelos efeitos das músicas, mas pela gama de universos que visita a cada faixa de seu disco Ponto de curva. A faixa-título é marcada por metais altamente criativos e por um som percussivo, dançante, quase voador, com bateria ganhando um ar quase jungle. Harapan é um festejo com os metais e a percussão – um jazz nordestino e espacial que chega a lembrar Ed Lincoln. Fatídico é um afropop, levado adiante por teclados, metais e cuíca, e tons afro dominam também o jazz vertiginoso de Fuga em Antares, além do convite psicodélico e meditativo de Miragem de Iara pt 2, com os vocais de Saskia. Entre as margens e o agora, por sua vez, tem várias faces: abre lembrando o ritmo do Earth, Wind and Fire, ganha cara latina e, depois, graças à guitarra e ao órgão, chega a lembrar o começo de Antonio Carlos e Jocafi... Continue Lendo No Pop Fantasma

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domingo, 1 de fevereiro de 2026

Echo Upstairs - nossas sombras serão águas (2026)...




Download: nossas sombras serão águas (2026).zip (ou bote o mail no bandcamp acima)

2025 foi uma montanha-russa para Ana Zumpano, a força-motriz na Echo Upstairs e mais uma meia-dezena de bandas da cena paulistana. O ano passado teve lançamento do álbum de estreia da Echo Upstairs, álbum da Antiprisma, turnê com Retrato e culminou com a primeira turnê na Europa da Ana, acompanhando o Oruã. Depois de vários loopings e velocidades vertiginosas, a volta ao Brasil no final de 2025 veio com um diagnóstico de câncer e a parada brusca para tratamento. Foi com enorme alegria e esperança que Ana mandou mensagem no final de 2025 avisando sobre “nossas sombras serão águas“, novo EP da Echo Upstairs, que está sendo lançado dia 26 de janeiro de 2026. Com 8 faixas, a maioria instrumental, o novo ep é mais um espaço de expressão para Ana, que vem falando abertamente sobre o tratamento no seu Instagram. “Percebi que esse assunto é abordado de uma forma muito ruim sempre, com poucas informações relevantes. Quem passa pelo tratamento fica muito traumatizado para falar e quem fala sem ter passado pelo tratamento nunca vai ter a dimensão do que é“, explica Ana... Continue Lendo no Site da Midsummer Madness

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sábado, 31 de janeiro de 2026

Hominis Canidae #188 - Janeiro (2026)...





Eis nossa primeira mixtape de 2026, fechando o mês de janeiro com a nossa #coleta188, que tem 16 faixas de álbuns e EPs postados em nosso blog ao longo do mês que chega ao fim, somados a uma faixa inédita no blog. O som inédito que abre a mix, é o novo som solo da jovem cantora e compositora maranhense Geoh Nolasco. “Vibrar” tem uma pegada rock indie grungeira e ao mesmo tempo contemporânea em uma letra que se conecta com as ânsias da juventude atual. O trabalho é um lançamento do selo Brisa Rec e chega com um clipe, saca aqui:


A bela arte de capa foi feita em família, pelo artista punk, designer e tatuador pernambucano Diego Amorim e seu filho, o Akin Amorim. Diego explicou a ideia pro traço, saca ai:

"Como referência visual a gente usou o encarte do disco do eu serei a hiena! O que pensei a partir da ilustração do meu filho foi representar o que seria a comunicação das hienas através daqueles sons que a gente costuma a dizer que são risadas mas que tem mais a ver com comunicação entre um grupo. De alguma forma um paralelo com a produção de música do meu ponto de vista."

Achei a ideia massa e o desenho bem legal, além dos detalhes das colagens. Vale colar (e seguir) o Diego no instagram, pra sacar vários trampos legais que ele vem fazendo!

É isso, ouça nossa coleta onde for possível e como bem entender, espero que ela te traga boas surpresas, é um resumo do mês, então se curtir algum som, vale procurar o álbum/ EP que ele faz parte pra conhecer mais! Não esquece de disseminar nas suas redes e com os amigos!

Se curte nosso trabalho, fortaleça através do nosso PIX que a chave é o nosso mail de contato: hominiscanidae@gmail.com. Ou se preferir, entre para o nosso APOIA.SE e nos ajude a manter a firma funcionando.

Continue indo aos shows, comprando merch dos artistas que curte e disseminando a #musicabr!
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

GRINGOS DE JANEIRO: Um passeio pelo mundo pra finalizar o primeiro mês do ano...


 Na capa deste post, o quadro Moon Woman (1942),do artista americano Jackson Pollock (1912 -1956), que nasceu num mês de janeiro.  Abaixo, os álbuns e EPs que curtimos muito neste mês. Todos lançados recentemente...


Vale ler sobre eles e ouvir na íntegra, porque música se ouve por completo e não a pedaços:


Hugo Granzner - Liebe (ÁLBUM/ Argentina)

Hugo é um artista multimídia argentino apaixonado pela música, que iniciou sua jornada artística aos quatro anos com aulas de piano e artes visuais. "Liebe" é seu segundo álbum, lançado pelo selo EQ. Um trabalho eletrônico bem-feito, com boas ambiências, beats e usos de vozes num spoken word que perpassa as 10 faixas do trabalho. No álbum, o artista argentino explora temas amplos de misticismo e amor, trazendo uma abordagem nova e pouco convencional. Ele enxerga o amor não apenas como um sentimento pessoal, mas como uma força mística e universal que conecta a todos nós. Vale ouvir no seu streaming favorito ou colar no bandcamp do selo:




Midnight Hog - Space Saga Vol 1: Saucer Psalms (Álbum/ Estados Unidos)


Projeto instrumental americano de pós-rock que cria álbuns conceituais cinematográficos sombrios. “Debut Space Saga Vol 1: Saucer Psalms”, lançado em dezembro de 2025, é uma jornada cósmica de terror, com 12 faixas sobre abduções e colheitas alienígenas. Um álbum atmosférico e envolvente, que mistura elementos de rock, metal e música de orquestra, com vários bons momentos entre violinos e guitarras, tal qual toda boa trilha sonora bem-feita. Em todos os streamings e também num visualizer no youtube da banda aqui:




FrenchEd - Grand French Auto (Álbum/ França)

Produtor eletrônico francês, que já viveu em vários locais do mundo como China e Canadá. Além de gostar muito de techno e música eletrônica, ele também parece ser fã de GTA. Misturando os universos e com beats interessantes, ele lançou o álbum "Grand French Auto" no começo desse ano ou final do ano passado. O trabalho chegou com as 9 faixas, todas instrumentais, reunidas num short movie com várias referências doidas nas imagens, que vão de animes até videogame, passando por várias imagens aleatórias de animais, carros e outras doideiras um tanto hipnóticas. Vale contemplar e viajar vendo e ouvindo aqui:



City of Dawn & Eddy Ruyter - Silfira (EP/ Estados Unidos & Canadá)

City of Dawn é um projeto de música ambiente liderado por Damien Duque, de McAllen, Texas, especializado na criação de paisagens sonoras melódicas imersivas e atmosféricas. Eddy Ruyter é tecladista, guitarrista e compositor, bacharel e mestre em música, que vive em Toronto, Canadá. Ele já rodou o mundo todo se apresentando em diversos eventos, como o Rock In Rio. Juntos, eles apresentam o  EP “Silfira”, que significa “fogo silencioso”, um trabalho de 5 faixas, que irradia uma força silenciosa. As suaves melodias de piano de Eddy se entrelaçam com as guitarras e texturas ambientes de City of Dawn, criando uma paisagem sonora profundamente emotiva. O álbum explora emoções, misturando simplicidade e beleza em uma jornada serena e expansiva inspirada em seu título. Nos streamings e no bandcamp do selo:



Curtiu os sons?! Diz pra nois seu preferido no comentários e espalha o post nas suas redes e pros seus amigs!!
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

SUPERALMA - Todo Tempo Que Virá Depois Desse Momento, Vol. 2 (2025)...




Há discos que nascem da crença no poder do som. Em Todo Tempo Que Virá Depois Desse Momento – Volume 2, o SUPERALMA faz valer esta premissa e ergue um altar ao instante — não como linha que separa passado e futuro, mas como pulsação viva, que atravessa tudo. Alinhados com a própria essência, onde coabitam emoções, filosofias e seu desejo por liberdade, o trio, formado por Bella Vox, Frankstation e U.F.O., estreia as novas canções pelo selo Cósmica Records. Estruturada como se revelasse fragmentos de uma travessia, a obra convida o ouvinte a se reconhecer nas pausas, silêncios, ruídos e nas pequenas epifanias que o instante oferece. Por este motivo o novo trabalho consolida uma virada simbólica e sonora, onde cada batida parece nascer da vontade de compreender o agora. O projeto nasceu da vontade de conectar existências, tal qual o conceito transcendentalista de Ralph Waldo Emerson que inspirou o nome do grupo. SUPERALMA é mais que uma banda — é um estado de comunhão, e talvez por isso o trio soe como um corpo de três corações. A voz etérea de Bella Vox, o pulso eletrônico de Frankstation e as guitarras espaciais de U.F.O. criam juntos uma atmosfera em suspensão, onde o pop, o rock alternativo, o synthpop e o R&B se dissolvem em um mesmo fluxo. Nesse espaço híbrido, o tempo deixa de ser linear — é espiral, é respiração, é memória em movimento...

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Olga Rosa - Encruzilhada (2025)...




Após um hiato forçado pela pandemia e uma reestruturação necessária, a banda curitibana olga rosa (assim mesmo, em minúsculas) consolida seu retorno à cena independente com o lançamento de seu primeiro EP, intitulado “Encruzilhada”. O trabalho, que chegou às plataformas no final de novembro de 2025, é um retrato sonoro das contradições da juventude contemporânea, costurando influências que vão do punk visceral ao indie etéreo. Formada em 2019, a olga rosa carrega em seu DNA a efervescência cultural de Curitiba. O grupo — composto por Caetano Mitczuk (bateria), Daniel Schmitz (guitarra e voz), Manuel Valdes (baixo e voz) e Osmar Buzinhani (guitarra solo) — sobreviveu ao isolamento social mantendo o diálogo criativo vivo em outros projetos, culminando em uma reunião que pareceu menos um plano e mais uma inevitabilidade... Continue Lendo no Polifonia Periférica

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Tuxe - CEM POR CENTO (2025)...




Na pista de Tuxe cabe o mundo inteiro e seu EP de estreia, Cem Por Cento, é o seu diário de bordo. Lançado na quinta-feira (27 de novembro), o trabalho, produzido por ele mesmo, apresenta a estética deste DJ e produtor musical que é também uma das mentes por trás da gravadora independente Tandera Records. Nascido em Salvador(BA) e criado entre Feira de Santana (BA) e Aracaju (SE), Tuxe vive há seis anos em São Paulo e carrega uma escuta moldada pelo movimento. Das migrações pessoais às rotas entre cidades e cenas, essa fluidez vira som. Concebido entre São Paulo, uma turnê pelo Nordeste e sua segunda passagem pela Europa, Cem Por Cento investiga a tensão entre calor humano e a máquina, memória e o que coexiste. Cada faixa é um fragmento dessa identidade em trânsito. Para Tuxe, o EP se expressa “como um gesto de afirmação e intencionalidade: estar presente por inteiro, mesmo quando em trânsito”. A faixa de abertura, “Attention Leak” mergulha de cabeça na experimentação entre sons da América Latina e do Brasil...

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Black Noia - Noia Agonia (2025)...





Após quatro anos de silêncio, a banda brasileira de Heavy Psych, Black Noia, retorna com seu segundo álbum de estúdio, Noia Agonia. O disco leva os ouvintes a uma jornada sonora através de riffs hipnóticos e ritmos percussivos enraizados em tradições regionais, equilibrando passagens pesadas e lentas com grooves tropicais. Explorando as fronteiras entre stoner doom, sludge, garage rock, noise rock e sons tradicionais brasileiros — do samba ao baião — o álbum oferece uma fusão crua e experimental...

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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Amiglio - Pulsar dos Opostos (2025)...




 Entre o silêncio e o ruído, entre o orgânico e o eletrônico, nasce “O Pulsar dos Opostos”, primeiro EP do mineiro Amiglio — projeto que atravessa a música, a poesia e a performance para revelar o humano em suas contradições mais belas. São seis faixas que traduzem o movimento essencial da vida: o contraste. A harmonia do desequilíbrio. O encontro entre o natural e o digital, o simples e o complexo, o devagar e o urgente...

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Olivier - Dias de Calor (2025)...




Olivier quer mais. E ele busca por essas vontades em Dias de Calor, seu disco solo de estreia, disponível nas plataformas digitais a partir de 19 de novembro de 2025. Produzido por Eutimyo com colaborações de BJ3 e Olivier, o álbum apresenta 9 faixas e uma linguagem pop dinâmica, composta essencialmente de música eletrônica, drum and bass e indie rock. Dias de Calor é um cartão de visitas eficiente para a carreira de Olivier, que apesar de jovem  já possui lançamentos no cenário indie nacional com seu outro projeto, a banda Ânima. Curioso, o artista faz de seu debut um território de experimentação sonora, revelando sua inquietude estética, ainda que sob um contexto de música pop. “É um álbum sobre desejos, de querer, fazer, ser e estar. O querer está presente em muitas canções do disco e os arranjos traduzem isso com as batidas, mais intensas, quase agressivas”, ele completa... Entrevista com ele no A Cena Recifense

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Andirá - A Vida É uma Questão Pra Todo Mundo (2025)...




A Vida É Uma Questão Pra Todo Mundo é a nova experimentação musical de Gabriel Luqui, vulgo Andirá, que, mais uma vez, demonstra ousadia e criatividade ao trazer músicas com poucas amarras, sob a dualidade que transita entre o floral e a acidez, carregado de elementos lisérgicos e referências que vão do hip hop ao jazz, do reggae ao rock. Diferente do trabalho apresentado pelo artista até então, seu novo disco traz a mesma mensagem densa, mas ao invés de textos potentes e diretos, o artista mira na música instrumental como caminho de comunicação...

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Assombroso Mundo da Natureza - Espectros (2025)...




Ser levada pela narrativa e jornada que um álbum constrói faixa a faixa é uma das coisas que eu mais amo fazer na vida. É uma prática que me conecta com as partes que mais gosto de mim mesma. E a jornada que tive escutando ao disco de estreia do grupo Assombroso Mundo da Natureza com certeza me fez lembrar disso de uma forma muito única. Na coluna de hoje, vou tentar te levar comigo por esses caminhos que o álbum “Espectros” me apresentou. Se você é daqueles que gosta de apreciar os detalhes de um trabalho bem pensado e construído, a produção e concepção do disco “Espectros” é um prato cheio... Continue Lendo no Anota O Som

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domingo, 25 de janeiro de 2026

Ana Cacimba - Luminosa - Ato 1: Lua (2025)...




A cantora, compositora e instrumentista Ana Cacimba apresentou nas plataformas digitais o disco Luminosa – Ato 1: Lua, projeto que marca seus dez anos de carreira e, como o título sugere, foi pensado em dois atos. “Lua” foi a primeira parte e a segunda será “Sol”, termos concebidos como metáforas de diferentes formas de luminosidade. A Lua, que abre a narrativa, está associada ao mistério, à intuição e à espiritualidade, enquanto o Sol representará a energia expansiva e a realização. O primeiro ato, conduzido pela música popular brasileira, reúne canções autorais e tradicionais ligadas à fé de Ana, atravessada pela afro religiosidade que se expande em diálogo entre ancestralidade e contemporaneidade... Continue Lendo no TMDQA!

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sábado, 24 de janeiro de 2026

Lieko - Tanto Quanto (2025)...




Nós da Divergent Beats estamos sempre na busca incansável por artistas novos, álbuns inesperados e aquele tipo de som que te encontra no momento certo. E, às vezes, esbarramos em um trabalho lançado meses atrás, mas que chega até nós agora como se fosse destino. Foi exatamente assim com Lieko. Diretamente de Alagoas, a banda Lieko chega com uma proposta de rock alternativo que mistura intensidade, caos, delicadeza e força na mesma medida. Influenciados por Foo Fighters, Royal Blood, Supercombo, The Warning e nuances de J-rock, eles construíram sua identidade ao longo de mais de uma década de composições criadas entre quartos, estúdios e cidades diversas do Brasil... Continue Lendo no Divergent Beats

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Helena Angelini - TREE OF LIFE - Heaven on Earth (2025)...




 Mesclar a estética etérea com uma linguagem percussiva e terrena é a proposta artística impressa nas faixas de “Tree of Life - Heaven on Earth”, novo álbum da mineira Helena Angelini. Natural de Belo Horizonte e radicada em Lisboa, a artista apresenta um trabalho de magnitude espiritual , produzido por Raul Misturada, onde a "medicina do som" ganha contornos de celebração. Se em projetos anteriores o silêncio e a pausa pautaram a criação, aqui Helena aposta na exuberância dos arranjos para transitar entre o céu e a terra. O repertório, que soma 13 músicas, é uma digressão por tradições religiosas e arquétipos femininos, abrindo com a força de “Lilith” e percorrendo idiomas que vão do gaélico ao aramaico. Angelini, que se define como uma artista cross-cultural, constrói uma atmosfera imersiva que não se limita a fronteiras geográficas. Contudo, para quem acompanha a cena mineira, a emoção reside no retorno às raízes. A releitura do clássico “Luar do Sertão”, de Catulo da Paixão Cearense, ganha traços de doçura e uma nova roupagem em um dueto com Sérgio Pererê. É o momento em que a ancestralidade se faz presente, remetendo ao aconchego do cerrado e à terra natal da compositora. Outro destaque é a participação de Laura Catarina em “Flor Mimosa da Jurema”, reforçando o elo com a música popular brasileira... Continue Lendo na Phono

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Dr. Murder - Sempre Foram? (2025)...





"Sempre Foram" é o 4º EP da Dr. Murder, banda que atualmente conta com Antônio nos vocais, Patrícia no baixo, Gustavo na bateria e Caio na guitarra, e que desde 2014 segue espalhando o horror no cenário underground, com fortes influências na sonoridade de bandas como Misfits, Zumbis do Espaço, entre outras dos estilos horror punk, horror rock, post punk e pop punk. Suas canções falam sobre temas diversos, desde clássicos do terror, passando por filmes B, contos e histórias de horror, até a dura realidade mostrada pelos noticiários. Primeiro EP completamente gravado e mixado de forma "home made", "Sempre Foram" mescla o som característico da banda com outras influências passando pelo rock alternativo, blues rock e ska, em 7 faixas, incluindo a faixa título já lançada como single em 2024 e uma versão de "O Que Você Faria?", lançada em janeiro de 2025, que é nossa participação em disco tributo aos 25 anos da banda Pesadelo Brasileiro, uma das pioneiras do estilo no Brasil. Esse EP e toda a nossa discografia está disponível nas maiores plataformas de streaming, YouTube e Spotify entre outras. Nossos trabalhos anteriores estão disponíveis também para download no Zumbi Cangaceiro, site que reúne a maioria das bandas de Horror Punk brasileiras em seu acervo...

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Parque da São - Ideograma (2025)...




Talvez você nunca tenha ouvido falar do cineasta tailandês Apichatpong Weerasethakul – filmes dele como Tropical malady, eleito pela crítica o melhor concorrente da 28ª Mostra de Cinema de São Paulo em 2004, são um pouco mais populares. Arthur Bittencourt (violão, vindo de bandas como ente e Ovo ou Bicho) e Júlio Santa Cecília (synth, programação, criador também do projeto DJ Guaraná Jesus), os dois integrantes do projeto Parque Da São, conhecem bem o trabalho dele – até se inspiraram no cinema de Apichatpong para criar sua banda, e para montar o repertório experimental da estreia Ideograma. Dialogando musicalmente com outras referências – Negro Leo, Animal Collective – o Parque da São investe em faixas que, no fundo, são grandes imagens. Canção para Soytie, que abre o álbum, tem beat dançante, clima até bem solar – mesmo que experimental – e uma eletrônica quase clássica que vai ganhando ruídos e dá até certos sustos no ouvinte. Estados Unidos é uma canção meditativa, repleta de elementos de folk sombrio, além de ruídos externos que funcionam como uma interrupção na sensação de introspecção. Eco dos homens tem batida marcial, mas emenda com som folk e tranquilo – tem algo do lado folk do grunge e até da MPB mineira, que depois ressurge em Pira, só que de forma mais sombria... Continue Lendo no Pop Fantasma

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