sexta-feira, 27 de março de 2026

Cabaça Sonora - Cabaça Sonora 2 (2026)...




 Em sua 2ª edição, o projeto de EP Cabaça Sonora reúne cinco artistas do Centro Antigo de Salvador em um trabalho coletivo que reforça a força criativa, cultural e ancestral do território. Com produção musical de Felipe Guedes e influências do samba, reggae, arrocha e outras rítmicas populares brasileiras, o EP Cabaça Sonora 2 apresenta músicas inéditas dos artistas Ejigbo Oni, Iná Tupinambá, Jade Lu, Paulinho do Reco e Victor Badaró, além de uma faixa coletiva. Vinculado ao selo musical Cabaça Sonora e à Coliga Produções, o projeto tem como propósito fomentar a produção fonográfica baiana a partir do protagonismo negro e indígena, nas canções e bastidores, contribuindo para o dessenvolvimento de carreiras artísticas emergentes, na construção de memória da música negra e indígena e para o enfrentamento das desigualdades étnico-raciais no mercado da música... Continue Lendo no Pretessencias

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Fellini - Dance No Meu Quarto (2025)...




 Nada a ver com a banda paulistana, claro: Fellini é o sobrenome-nome artístico da paulistana Andressa Fellini, cujo som é uma dance music vintage, mas com texturas modernas. Dance no meu quarto, seu EP de estreia, tem até pop transante nacional oitentista, em Coisas aleatórias – mas a música vai devagar ganhando um ar hi-NRG. As referências dos anos 1980 são campeãs em Dance no meu quarto, mas aparecem sempre renovadas. Perco o ar tem flow atual e algo de funk nos vocais. Não dá é pop adulto de 40 anos atrás, mas com ar jazz. Baila une anos 1980 e 1990 no beat e no arranjo, além de guitarras que fazem lembrar Prince... Continue Lendo no Pop Fantasma

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quinta-feira, 26 de março de 2026

Vários Artistas - Marulho Vol. 1 (2025)...




O Marulho surge como uma articulação construída por artistas que vivem e criam no Norte, com o intuito de afirmar nossa própria voz e presença, e evitar que nossa arte seja tratada apenas como nota de rodapé ou cenário exótico em discursos prontos. Como primeiro gesto desse movimento, lançamos o EP Marulho Vol. 1, um álbum com 8 faixas que atravessam a sonoridade da cidade e carregam temas como o impacto da exploração ambiental no Pará, as tensões que atravessam nossos corpos e territórios, e a experiência de existir e criar de forma independente fora dos grandes centros. Mais do que um lançamento isolado, esse trabalho marca o início de uma movimentação coletiva que vem se consolidando como parte de uma nova geração de artistas que estão construindo seus próprios espaços e caminhos em Belém...

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Danni Guerra - CRISTOTOPIA (2026)...




“Cristotopia”é o álbum de estreia de Danni Guerra e se apresenta como uma obra conceitual que articula música, pensamento e experiência. Mais do que um conjunto de canções, o disco propõe um território de escuta pulsante onde som, corpo e ideia se encontram em movimento, convidando o ouvinte a perceber o espaço, o tempo e o sentido da vida contemporânea. Com doze faixas, o álbum se inscreve no campo do pop autoral brasileiro, fortemente influenciado pela Black Music, tendo soul, funk e R&B como matrizes centrais. O repertório transita entre grooves dançantes, baladas disco, baladas pop rock e faixas de atmosfera introspectiva, formando um corpo coeso em que sonoridade, letra e conceito caminham juntos... Continue Lendo no Entrementes

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quarta-feira, 25 de março de 2026

Banda Cucamonga - Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim (2025)...




Banda Cucamonga une o jazz e a brasilidade no álbum “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim“. Quinteto de São Paulo apresenta fusão inédita de gêneros musicais revitalizando as possibilidades sonoras que refletem a diversidade cultural do Brasil . Uma explosão de alegria, improviso e criatividade, assim é “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim”, álbum que a Banda Cucamonga lançou nas plataformas de música em 13 de setembro. Com uma proposta ousada e contagiante, o disco funde o espírito do jazz tradicional americano com sotaques tropicais e referências genuinamente brasileiras, em uma celebração sonora que é, ao mesmo tempo, brincadeira e reverência... Continue Lendo na Revista Prosa e Arte

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Criola beat - Isso É Criolabeat (2025)...




O coletivo maranhense Criola Beat apresenta Isso É Criolabeat, seu primeiro álbum, acompanhado de um documentário e de um visualizer que ampliam a experiência sonora para o campo audiovisual. Realizado com apoio do Edital Rumos Itaú Cultural 2023-2024 e produção da Upaon Mundo Produções, o projeto já está nas plataformas digitais. Mais do que um disco, o projeto se coloca como uma reverência ao Tambor de Crioula do Maranhão, patrimônio cultural afro-brasileiro, reinterpretado a partir de beats, timbres da world music e diálogos com a cultura hip-hop. A proposta parte da vivência do produtor Adnon Soares com mestres e mestras da cultura popular maranhense e conecta tradição e contemporaneidade sem diluir a força ritual da manifestação original... Continue Lendo no Minuto Indie

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terça-feira, 24 de março de 2026

Malditos Magrelos - Trabalho Todo Dia (2025)...




 A banda Malditos Magrelos, de Guarulhos (SP) formada por pai e filho, lança seu primeiro EP autoral, “Trabalho Todo Dia”. Esta obra é um marco na trajetória da banda, consolidando sua identidade estética como “Blues-Rock-Clássico-Moderno”, uma fusão que conecta a tradição do blues afro-americano com a energia crua do rock brasileiro. O EP “Trabalho Todo Dia” é um manifesto sonoro urbano e um retrato poético das lutas e contradições de quem vive e trabalha nas grandes cidades. A obra segue a jornada de um cidadão urbano, narrando suas tensões emocionais, desde a exaustão matinal até a busca constante por liberdade e sentido... Continue Lendo no Heavy Metal Online

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Serafim - Aqui pra nós (2026)...




 Em um mundo que insiste em correr, ainda é possível escolher o tempo da pausa. Em meio à lógica apressada que rege o presente - marcada por consumo veloz e escutas fragmentadas -, o cantor e compositor alagoano Serafim propõe a desaceleração em Aqui Pra Nós (2026), seu primeiro álbum. Como uma prosa em voz baixa, o disco aposta na profundidade e na intimidade como caminhos possíveis - e necessários - em tempos de superfície. Concebido como uma obra completa, com começo, meio e fim bem definidos, Aqui Pra Nós reafirma o álbum como espaço narrativo. As canções se organizam como capítulos de uma mesma história, conduzidas por uma sonoridade enxuta e por letras que buscam identificação direta com o ouvinte. “A ideia é que o ouvinte se sinta parte das músicas”, aponta Serafim, que constrói o disco como quem abre a própria sala... Continue Lendo no Desalinho Cultural

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segunda-feira, 23 de março de 2026

Dezert Horse - DEZERT HORSE (2026)...




Não é a primeira vez que a capa de um álbum faz a gente parar por alguns segundos e pensar: quem é essa pessoa? E quando o nome vem logo depois — DEZERT HORSE, com esse desert escrito com Z — a pergunta muda de tom: o que está acontecendo aqui? Foi assim que entramos no universo de Gabriel Martins. Antes mesmo de apertar o play, já dava pra sentir que esse não era só mais um disco. DEZERT HORSE não pede atenção: ele puxa, arrasta, hipnotiza. É um álbum que te olha de volta... Continue Lendo no Divergent Beats

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Brain Rot - Cérebro Podre (2025)...





Direto de São José dos Campos (SP), o guitarrista Paulinho — conhecido pelos trabalhos no Manger Cadavre? e Orgasmo de Porco — apresenta ao público sua nova face com o projeto solo Brain Rot, uma one-man-band que escancara o lado mais cru e brutal do Grindcore e do Death Metal. No dia 13 de setembro, ele lançou oficialmente o álbum de estreia “Cérebro Podre”, já disponível em todas as principais plataformas digitais. O trabalho reúne faixas rápidas, agressivas e cheias de energia, reverberando influências diretas de lendas como Napalm Death, Entombed, Cryptic Slaughter e Old Lady Drivers... Continue Lendo no Over Rocks

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domingo, 22 de março de 2026

Velha - Velha (2026)...



Download: Velha (2026).zip (ou bote o mail no bandcamp acima)

 Mas quem diabos é Velha? Ouvindo o disco de estreia talvez não fique claro imediatamente que se trata de Gustavo Seabra, vocalista e guitarrista da Pelvs. São menos guitarras, mais cordas, xilofones e piano, as letras não são aquele delicioso broken English mas sim um carioquíssimo português. Tem oboé, Exu, e um monte de temas e imagens que não apareciam na Pelvs. Mas sim, este é um disco do front man da Pelvs. Um disco que começou a ser composto 20 anos atrás. Roubando trechos do texto escrito pelo amigo de longa data André “Pelé” Tartarini (leia na íntegra aqui), “Velha sentiu (…) que era momento de se desafiar: compor em português, vontade antiga, e buscar um estilo próprio, que ampliasse os horizontes de seu universo(…)“... Continue Lendo no Site do Midsummer Records

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sábado, 21 de março de 2026

Tomentosa Tez - CANCÃO (2026)...




Download: CANCÃO (2026).zip (Ou vá no bandcamp acima)

Tomentosa Tez é Cancão que sobrevoa a urbe, atravessa-se da cidade com um fino e agudo canto, capaz de rasgar os fluxos cotidianos, os códigos e automações do mecanismo-cidade, sistemas de pressurização, controle y engaiolamento - y instaurar nova temporalidade, novo espaço, um respiro, um voo livre. Tomentosa Tez, vulgo Vitor, Cozilos Vitor, é corpo inquieto que atravessa a cidade de Fortaleza com ruído y palavra...

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sexta-feira, 20 de março de 2026

Godofredo - Tutorial (2025)...





O álbum Tutorial é o segundo da banda mineira Godofredo, destaque da cena mineira que vem, aos poucos, ganhando mais relevância e se destacando em algoritmos e presença em festivais. E sim, Tutorial, lançado em junho, é tudo o que o nome não sugere: ao invés de entregar um passo a passo enlatado de como soar indie em tempos de TikTok e presets, o quarteto de BH preferiu se jogar em timbres analógicos, distorções espontâneas e letras que observam o mundo com a calma de um jovem senhor de 30 e poucos anos... Continue Lendo no Under Floripa

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Yuri Costa - TUDO DEU INCRIVELMENTE ERRADO (2013-2017) (2026)...




A história é contada muitas vezes pela visão do vencedor, mas eu abraço a perda, as desilusões e o conflito. A coletânea TUDO DEU INCRIVELMENTE ERRADO (2013-2017) só é possível por conta da insistência do cantor e compositor Fluminense Yuri Costa, e da sua mania de preservar suas músicas em diversos suportes: Celular, Ipod, Notebook e aparelho de outras pessoas, tudo isso armazenado em lugares espalhados na Internet e agora reunidos em um único local. As músicas acompanham o processo de envelhecimento do artista, entrada e saída da adolescência, absorção de influências e até umas coisas que ele considero meio bobas, temas de paixão e desilusões amorosas, etc . No entanto, tudo isso é importante por fazer parte do que o Yuri é,,,

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quinta-feira, 19 de março de 2026

Petrilli - Beba Água E Coma Frutas (2026)...




O rapper Petrilli lança nesta quinta-feira (29) o EP “Beba Água e Coma Frutas”, segundo trabalho da carreira, disponível nas principais plataformas digitais. O projeto reúne sete faixas, sendo cinco inéditas, e marca a continuidade da parceria do artista com o produtor Noturno, responsável pela produção do disco. O trabalho já está disponível para pre-save. O título do EP nasceu de uma expressão que o rapper passou a usar nas redes sociais como uma forma leve de incentivar hábitos saudáveis. Com o tempo, a frase ganhou outro significado para o artista e passou a funcionar como um mantra, associado ao cuidado com o corpo e a mente e à busca por foco e equilíbrio para perseguir objetivos pessoais e profissionais... Continue Lendo na Revista Forum

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OS ELEFANTES ELEGANTES - Sobre Dor e Outros Prazeres (2026)...




No longínquo ano de 2013, Os Elefantes Elegantes ousaram lançar um Álbum quíntuplo: As 100 (sem) mais. 100 músicas ou algo muito parecido com isso. Claro que quase ninguém ouviu ou ficou sabendo. Mas a memória dos Elefantes não guarda mágoas e sim arquivos que agora estarão sendo disponibilizados um a um, mês a mês. Sobre Dor e Outros Prazeres. Esse é o primeiro dos cinco álbuns. A poesia ácida e irreverente de Tony Lopes, o Reverendo T, unida a musicalidade robótica (antes mesmo das IAs) d’Os Elefantes. Tá tudo aí. Batidas, guitarras, baixos, teclados e cordas orquestrais produzidas em um ipad que podem te levar a outros (i)mundos. E se não acontecer nada de importante pelo menos o trabalho foi feito. Cabe a você, e a mais ninguém, decidir seguir ou não a manada...

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quarta-feira, 18 de março de 2026

PriCler e as Panteronas - Bocaberta (2026)...




O grupo paraibano PriCler e as Panteronas lança nesta terça-feira (3), seu primeiro álbum de estúdio, “Bocaberta”, já disponível em todas as plataformas de streaming pela gravadora Taioba Music. O trabalho marca um novo momento na trajetória de PriCler, consolidando sua caminhada na música autoral com um álbum político e visceral. “Este álbum começou a nascer antes mesmo de eu saber que um dia ele existiria”, conta Pri. O poema mais antigo que deu origem a uma das faixas, Amor Cagado, foi escrito em 2015. A decisão de mergulhar na composição veio anos depois, em 2021, motivada pela participação no Festival de Música da Paraíba e também por uma inquietação: a disparidade de gênero entre compositores e compositoras no evento. “Isso me deu vontade de compor pra diminuir essa diferença”, relembra. Em 2021, Pri participou do festival com a canção Mardoce, que integra o álbum. No ano seguinte, voltou à disputa com Bocaberta e conquistou o primeiro lugar. Foi a partir dessa vitória que conheceu Pedro Medeiros, parceiro fundamental na construção do projeto. “A partir deste encontro maravilhoso, novas músicas foram surgindo, outras pessoas foram se chegando e assim nasceu PriCler e as Panteronas”, explica a vocalista... Continue Lendo no Site do Taioba Music

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Eric Be - Sigo Andando em Frente (2026)...




Eric Bê lançou nesta sexta-feira (23) o álbum de estreia “Sigo andando em frente”, com 14 faixas que transitam pela MPB e incorporam elementos de rock, reggae e jazz. As canções dialogam com experiências cotidianas, memória afetiva e observações sobre o tempo, a juventude e as relações humanas. Segundo o artista, muitas músicas seguem “um conceito estético que mistura o lírico com o popular”, explorando histórias e personagens que atravessam sua trajetória. “Parabelo”, por exemplo, é uma música gravada com um quarteto de cordas e fala sobre a primeira arma de um sujeito que se envolveu em uma briga de bar. Não é uma história real, mas trata de um tema que já foi recorrente na minha vida, quando morei por 18 anos na Cohab II de Itaquera”, revela. Natural da capital paulista e criado em bairros periféricos da cidade, Eric construiu sua formação musical a partir do contato com o rock clássico e, mais tarde, com a música brasileira. Com influências que vão de Beatles e Rolling Stones a Caetano Veloso, Gilberto Gil, Djavan e nomes como Zeca Baleiro e Nando Reis, Eric Bê define seu trabalho como uma busca por canções feitas “pelo sentimento e pela história”. “Sou entusiasta da arte feita por gente, misturando sentimentos com estética, letras com significados, sons com imagens, cheiros, sabores e toques”, diz... Continue Lendo no Noise Red

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terça-feira, 17 de março de 2026

António Vicente - DAMDARA (2026)...




O artista, compositor e investigador António Vicente apresenta a primeira amostra do seu EP de estreia, Damdara. O single escolhido para introduzir esta nova fase é a versão spoken word de Pra Tudo Parar, uma faixa que funciona como um grito de socorro e um manifesto sobre a fragilidade da vida trans e LGBTQIAPN+ na sociedade contemporânea. A faixa apresenta a personagem Damdara num momento limite. Segundo o artista, a música traduz o desespero de quem se vê encurralado pela violência e pelo descaso social. “Ela está a pedir a Deus: ‘me leva’, porque não aguento mais viver da forma que estou a viver, nesta sociedade podre… É um choro de desespero, a dizer: ‘eu estou a viver para quê se não me dão valor?’”, explica antónio... Continue Lendo no Blognroll

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Virgulados - Autorretrato (2025)...




Depois do anúncio de dois EPs ao longo de quatro meses, o quarteto pernambucano Virgulados enfim anuncia o terceiro e último ato de O Trem De Belo Jardim, aquele que, agora, se mostra seu novo e completo material. Intitulado Autorretrato (Ato 3), o novo EP conta com três músicas inéditas e fortalece a produção assinada por Benke Ferraz. Seu despertar já nasce com uma estrutura madura que chega a surpreender. Encorpada em razão da proeminência do baixo de Gledson Lamartine, a faixa já se mostra capaz de esbanjar uma sensualidade regional marcante que, de início, dá base para uma espécie de vinheta de apresentação entoada por David Biriguy e seu tom graciosamente agridoce. De maneira rápida, mas ao mesmo tempo sutil, a bateria de Heligeison Feitosa passa de um minimalismo oco para algo tão sensual quanto a desenvoltura do baixo. Saliente e sincopado, o instrumento traz consigo uma identidade rítmica nordestina inebriante que abraça, com agradável calor, o universo rítmico do forró. Nesse ínterim, a guitarra de Eduardo Albuquerque se posiciona na dianteira melódica oferecendo, com sua agudez contagiante, uma melodia swingada que traz consigo uma malemolência irresistível. Para os ouvidos atentos, se percebe a presença de outra voz acompanhando o desenrolar lírico dominado por Biriguy... Continue Lendo no site do Diego Pinheiro

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