sábado, 21 de fevereiro de 2026

Bruna Thimoteo - Roda da Vida (2025)...



No dia 25 de setembro, a cantora e compositora Bruna Thimoteo apresentou ao público seu primeiro álbum de estúdio, Roda da Vida. Lançado de forma independente, o trabalho é fruto de um processo de criação iniciado durante a pandemia e se firma como um retrato sensível e pulsante do cotidiano — um convite a encarar os altos e baixos com coragem, amor e alegria. Com direção artística de Bruna Thimoteo e produção musical de Renan Otah, Roda da Vida propõe um mergulho na riqueza da música brasileira. O disco costura ritmos como o ijexá, o baião e o samba-reggae, ao mesmo tempo em que dialoga com a nova MPB, sutis elementos eletrônicos e uma poesia cotidiana inspirada em nomes como Gilberto Gil, Luiz Gonzaga, Maria Bethânia e Djavan. O resultado é uma sonoridade orgânica, dançante e introspectiva, que reflete tanto a força das tradições afro-brasileiras quanto a pulsação de uma artista em pleno florescimento criativo... Continue Lendo no Brasil Fora da Caverna

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Reverendo T e os Discípulos Descrentes - Muito Prazer (2026)...




Neste EP "Muito Prazer" tudo foi dividido entre o Reverendo T & os Discípulos Descrentes aquí representados pela figura plural de Heyder Carvalho que produziu, tocou guitarra e teclados, fez as programações, gravou e mixou tudo em Home Studio no ano de 2012. Muito Prazer (Heyder Carvalho/Tony Lopes) abre o EP. Um blues torto, sujo e visceral com uma letra pesada e auto depreciativa. A guitarra do Mestre Heyder pontua com rara beleza a canção neste cartão de apresentação. A Culpa (Luisão Pereira/Tony Lopes) também apareceu no primeiro CD do Reverendo T e aqui está com um arranjo renovado e turbinado por teclados sinuosos que propiciam um doce e amargurado caminhar pela letra angustiada da canção. Posessive Song (Heyder Carvalho/Tony Lopes) é uma parceria antiga feita para uma banda de Heyder e resgatada para este EP. Aqui os teclados e as programações ditam o ritmo e a letra, curta e direta, determina a crueldade e simplicidade da situação. Desculpe (Alex Costa/Tony Lopes) parceria com o baixista da banda Jato Invisível, o Reverendo T nos brinda com outro blues, mais uma vez, torto, só que desta vez quem brilha é o piano que pontua a letra que implora pelo perdão da amada. Um Jeito Estúpido de Te Amar (Isolda/Milton Carlos) sugerida por Heyder essa bela canção já foi gravada por Roberto e também por Bethânia. Uma canção de amor forte e tensa que o Reverendo T toma para si a autoria dos versos e encarna com firmeza as palavras de um amor controverso. As guitarras de Heyder e as citações de Diana duelam num turbilhão de emoções e sentimentos...

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Péricles Garcia - Desanuviar (2025)...




 Em 2025, o talentoso cantor e compositor mineiro Péricles Garcia celebra três décadas de carreira e anuncia seu sétimo álbum de estúdio, intitulado “Desanuviar”. Com o lançamento marcado para 29 de outubro, o novo trabalho traz oito canções inéditas com uma sonoridade genuinamente brasileira, inspirada em Gilberto Gil dos anos 70 e mesclando influências de baião, reggae, soul e rock. A jornada para a criação de “Desanuviar” foi marcada por uma reviravolta inesperada na vida de Péricles. Após enfrentar problemas de saúde e se dedicar à musicoterapia, o artista encontrou inspiração nas letras e jogos de palavras de Gil, que o levaram a compor as músicas do álbum em um estilo único e envolvente... Continue Lendo no Mundo dos Inconfidentes

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Kweller - QUEM VAI QUEBRAR O CORAÇÃO DE QUEM? (2025)...



Um convite ao íntimo. É assim que o cantor e compositor Kweller define o seu novo projeto: “Quem Vai Quebrar o Coração de Quem?”. Composto por sete faixas, o EP estreia nesta quinta-feira (27/11) nas plataformas digitais e conta com participações de Sotam e Carla Sol. “Quem Vai Quebrar o Coração de Quem?” se aprofunda nos sentimentos de Kweller e traz de volta uma versão mais melancólica do artista, com rimas intensas e profundas. Com seis músicas inéditas, o EP funciona como um convite às suas alegrias e desejos até suas dores e questionamentos... Continue Lendo no Zona Suburbana

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Tiago Terras - Sambas de Terra (2025)...




Na próxima quarta-feira (10/12) o cantor e compositor Tiago Terras lança seu primeiro EP solo, intitulado “Sambas de Terra”. Composto por quatro sambas de sua própria autoria, feitos ao longo do ano de 2025, o trabalho conta com a produção musical do experiente Eduardo Taufic e participações de nomes como Jubileu Filho, Weslley Silva (Cicinho) e Bruno Cirino, que juntos formam o time que deu vida a sonoridade bem construída da obra. Apesar de ser seu primeiro EP, Tiago Terras é um cantor de muita experiência em sua bagagem e possui várias composições no conjunto de sua obra. É professor de canto e coralista no coral do estado do RN, somando-se mais de trinta anos de atuação entre a vertentes do erudito e popular. Além de integrar a Camerata de Vozes do Rio Grande do Norte, Tiago Terras já cantou com o grupo Igapó de Almas e é um dos idealizadores do projeto musical Os Chicos, em parceria com o cantor Rafael Barros, onde realizam tributos a grandes nomes da MPB, com uma trajetória de apresentações nos mais importantes teatros e casas de cultura do RN. Além disso, Tiago Terras também assinou vários projetos culturais como preparador vocal e na preparação de artistas potiguares, tendo colaborado com talentos Potyguara Bardo, Luísa Nascim e Cami Santiz. Seu trabalho combina principalmente técnicas da erudição com sonoridades brasileiras contemporâneas, feitas com talento e desenvoltura... Continue Lendo no Papo Cultura

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Guilherme Granado Goat Unity - Ghost Parades (2025)...




Guilherme Granado faz sua estreia solo pela gravadora Keroxen sob o nome de seu projeto Goat Unity, resultado de uma série de colaborações com amigos e rivais músicos. Natural de São Paulo, Guilherme vem construindo discretamente uma reputação como o cara certo para batidas baseadas em loops e linhas de baixo envolventes. Ele tocou e gravou com Mauricio Takara no Hurtmold (4 álbuns) e também faz parte do São Paulo Underground (também com Takara e Rob Mazurek). Além disso, se apresenta, produz e grava sob o nome Bodes & Elefantes e já fez diversas turnês pela América do Sul, Estados Unidos e Europa com o São Paulo Underground, Prefuse 73 e outros. Com Ghost Parades, Guilherme mergulha fundo em suas experimentações com batidas, conseguindo, de alguma forma, conectar os pontos entre o Wu-Tang Clan e a Sun Ra Arkestra, adicionando uma boa dose de tropicalismo para completar...

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Walter Willy - Cinturões de Van Halen (2025)...



Download: Cinturões de Van Halen (2025).zip (Ou bote o mail no bandcamp acima)

Gravado exclusivamente em um gravador de cassete de 4 canais, um Tascam 424, o mesmo utilizado por John Frusciante em Niandra Lades & Usually Just a T-Shirt, Cinturões de Van Halen foi inicialmente considerado para a discografia do Luiz Bruno mas foi depois rotulado “muito experimental” para o público desse artista. Decidiu-se então que seria um lançamento para o seu alter ego de longa data, Walter Willy. O som é o que se considera lo-fi, vanguarda, experimental, sem preocupação com qualidade sonora, sendo a fita master utilizada uma só, ou seja as canções foram gravadas repetidamente umas por cima das outras resultando em uma “colagem acidental” bem no estilo Walter Willy. Este é o décimo primeiro disco de Walter Willy, incluindo Unidade Mental e Povo Subterrâneo, ambos não estão na internet. As influências são primordialmente Five Starcle Men, o misterioso grupo alienígena dos anos 90 de Lancaster, na California e o brasileiro Damião Experiença. O disco conta com uma versão brasileira da canção The Gnome (O Gnomo), do primeiro disco do Pink Floyd e também uma versão de Be My Head dos Flaming Lips. As composições são de diversos períodos da vida do artista. A capa foi feita pelo próprio Walter Willy...

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Criolo, Amaro e Dino - CRIOLO, AMARO E DINO (2026)...




Lançado hoje, CRIOLO, AMARO E DINO nasce do encontro entre três artistas de trajetórias sólidas, reconhecimento amplo e, sobretudo, uma disposição real para a escuta e para o risco. Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago partem de universos distintos, rap, jazz, música afro-atlântica, mas recusam a lógica da soma de estilos. O disco não busca fusão nem síntese fácil. Ele se constrói a partir do deslocamento, da troca e da criação de um território comum. Ao longo do álbum, tudo funciona como conversa. O piano cria espaço e respiração, as vozes transitam entre palavra, canto e presença quase espiritual, e os silêncios têm peso estrutural. Não há protagonismo fixo nem disputa por atenção. Cada elemento entra e sai com precisão, respeitando o tempo da música e o tempo do outro. É um trabalho guiado pela contenção, pela escuta e pela confiança mútua... Continue Lendo no Ismo

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

BaianaSystem - Mixtape Pirata, Vol. 1 (2026)...




Se em 2025 o BaianaSystem deu voltas pelo mundo, neste ano a banda finca os pés na América Latina e o Caribe, como não poderia deixar de ser neste momento. “Mixtape Pirata - Vol. 01” é o projeto que antecipa uma nova fase de criação da banda, em sintonia com o verão, estendendo-se até o Carnaval. Entre releituras de faixas já consolidadas no repertório do Baiana, como “Lucro/Descomprimindo” e “Forasteiro", e canções inéditas, convidados como RDD, Coletivo SuperJazz e Tropkillaz se juntam ao projeto, além de Claudia Manzo, presença frequente nos shows do Baiana. Enquanto a ideia de uma mixtape remete ao soundsystem, as fanfarras vão conversar com a música coletiva das manifestações de rua, a música do Carnaval que é feita pelos músicos do Carnaval. Mas é mais do que isso: entramos em 2026 com as relações entre as Américas do Norte e do Sul tensionadas, e as fanfarras também nos lembram que sua difusão no Brasil e na América Latina se deu através de um processo de colonização. Agentes do poder colonial utilizavam essa música fria, de campo harmônico limitado, como forma de representação do poder e da disciplina. A partir dos processos de independência dos países latino-americanos, inicia-se um movimento de antropofagia musical, no qual esses ritmos e marchas fúnebres passam a se fundir gradualmente com os ritmos dos povos originários do Caribe, dos Andes, das florestas e dos pampas do continente, bem como com os ritmos percussivos das diversas etnias africanas aqui presentes. Por meio das manifestações populares — e apesar da constante repressão das elites — essa fusão introduz no gosto popular brasileiro uma nova “praia harmônica", que servirá de base para o surgimento dos gêneros musicais brasileiros e sul-americanos... Continue Lendo no Site do Immub

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domingo, 15 de fevereiro de 2026

Guilherme Arantes - Interdimensional (2026)...




Nos últimos anos, um Guilherme Arantes verborrágico surgiu nas redes sociais decidido a cobrar seu espaço na história da música brasileira, ora contando como produziu um dos pilares do pop brasileiro dos anos 80, a clássica “Perdidos na Selva”, da Gang 90, ora relembrando momentos luminosos de sua carreira de esteta pop, ora buscando entender como alguns nomes do rock brasileiro foram alçados ao posto de gênios enquanto ele foi escanteado (este último, um dos temas da longa conversa de 30 páginas que Guilherme teve conosco em 2021, texto presente no livro “Eu Nem Queria Dar Entrevista – O Melhor do Scream & Yell, Vol. 1”). Paralelamente, enquanto fazia esse balanço pessoal da carreira, que chega aos 50 anos em 2026, Guilherme também vinha afiando a sua musicalidade: a partir de “Lótus” (2007) e, principalmente, do excelente “Condição Humana” (2013), um Guilherme Arantes cada vez mais inspirado dava às caras, interessado em um acerto de contas com (a crítica, o público e) o mundo. O auge desse compositor e intérprete ciente de seu dom se deu com o deslocado “A Desordem dos Templários” (2021), um ótimo disco de viés medieval e progressivo lançado no meio da pandemia, mas que parece não pertencer a esses tempos de trap, sertanejo universitário e proibidão... Continue Lendo NO Scream Yell

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sábado, 14 de fevereiro de 2026

ÀTTØØXXÁ - Tá Pra Onda (2026)...




Dois discos especiais de Carnaval, e que acabam dando uma ideia de como serão os shows dessas bandas durante a folia. Os baianos dos Àttooxxá são os mais sacanas dos dois grupos, mas ao mesmo tempo conseguem ser musicalmente conceituais, juntando pagodão baiano, rap, raggamuffin, funk e até elementos de tecnobrega e guitarrada na sonoridade de Tá pra onda. O disco é uma trilha sonora para bailes e noitadas que acabam em putaria, como em Tá pra onda, Chora viola e Protetor solar (som baiano e afro-latino, com guitarra lembrando a de Alagados, dos Paralamas do Sucesso), mas que ousa mandar bala num tecnobrega-jazz que chega a soar indançável (Meus cachorro vai te pegar) e faz uma exploração excepcional de beats e samples (Tiradinha). No final, o samba baiano bem composto e bem tocado de Terra sagrada... Continue Lendo no Pop Fantasma

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Afrika Gumbe - Soro Energizado (2025)...




 A banda carioca Afrika Gumbe, criada nos anos 1980, retoma as atividades fonográficas nesta sexta-feira, 12 de dezembro de 2025, com o lançamento do terceiro álbum, Soro energizado. O novo trabalho chega 15 anos depois de Meu refrão inquieto (2010) e reúne nove faixas gravadas pelo trio formado por Marcelo Lobato, Marcos Lobato e Pedro Leão. O repertório traz composições inéditas como “Ele amarelou mas fez o gol”, “Estação espacial lunar”, “A obrigação do dom” e “Todas as bobagens”, além de “Wifi free (2024)”, single lançado no ano passado com a participação de Lenine. O disco ainda apresenta novas versões de “Vida rasteja” e “Uma vida só”, sucessos d’O Rappa – grupo atualmente inativo e do qual Marcelo Lobato faz parte... Continue Lendo no site da Rede Fan FM

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AERO - Bem-Me-Quer (2025)...





 Após o lançamento de "Centaurea", primeiro lançamento do álbum "Ramalhete", a AERO apresenta um segundo ramo: o EP "Bem-me-quer". A ideia permanece a mesma: cada flor representa um momento de abertura para novas parcerias e perspectivas, permitindo que o som da banda se redefina através da experiência compartilhada. Neste segundo ramo, é a vez de Victor Maia emprestar sua voz poética para falar sobre mudança, sobre o amor que transforma e sobre os mistérios que escolhemos abraçar mesmo sem compreendê-los totalmente. Em "Aurora", o compositor homenageia sua filha em versos que tentam capturar o inefável. Diante do que não consegue compreender nem explicar de forma unívoca, a banda busca celebrar a enorme bênção e responsabilidade que decorrem de tão bem querer alguém. Entre as linhas, habita também a insegurança e o medo que, em geral, acompanham a consciência de estar diante de algo maior que qualquer definição. Já "Equinócio", que conta com a participação da cantora Ella Morais, utiliza a passagem do inverno para a primavera como metáfora de mudanças internas, recomeços, conversões e transformações. O equinócio marca um ponto de equilíbrio entre estações, assim como o amadurecimento que experimentamos ao viver ciclos e acontecimentos de conotação universal — forças que nos movem adiante, que nos atraem à luz...

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

João Parahyba - Mangundi (2025)...




João Parahyba inventa cada uma. No final dos anos 60, por exemplo, ele criou a timbateria, uma espécie de bateria compacta – apenas três peças, tocadas com uma escovinha. Foi a forma como encontrou para driblar a falta de espaço do Jogral, bar que reunia a nata musical e intelectual de São Paulo daquela época. “Era o nosso Blue Note ou o equivalente paulistano do Beco das Garrafas”, lembra ele sobre o lugar onde começou a carreira, aos 16 anos. “Era um espaço efervescente, de resistência à ditadura, onde cada noite tinha uma banda ou artista diferente, além de muita gente bacana aparecendo para dar canjas. Como o palco era pequeno, eu precisei me adaptar, inventando esse kit.”... Continue Lendo no Site da Squire Brasil

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Efeito Túnel - Efeito Túnel (2025)...




O Efeito Túnel que a música brasileira precisava estava sendo construído em silêncio no Maranhão. O trio formado por Caio Mattos (violão), Tammys Loyola (voz) e Marcus Bros (flauta) entrega ao público agora seu primeiro álbum homônimo, uma coleção de nove faixas que soma mais de quatro anos de construção cuidadosa e reflexiva. O disco, lançado em 31 de dezembro de 2025, não soa como um produto apressado, mas como uma obra que exige tempo de quem escuta, assim como seus criadores exigiram tempo de si mesmos. A ideia de “passagem” é mais que um título: é o fio condutor do trabalho. O nome Efeito Túnel, inspirado tanto na literatura quanto em um fenômeno da física quântica que descreve partículas atravessando barreiras, traduz bem a proposta do grupo — ultrapassar limites estéticos e pessoais sem perder a poesia no caminho... Continue Lendo no Polifonia Periférica

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Josie - Sensações (2025)...




Celebrando as “as emoções, as belezas e as imperfeições do cotidiano”, a paulista Josie faz no EP Sensações uma música brasileira cujas emanações vão até estilos como rock progressivo e dream pop. Não é uma música fácil de colocar em gavetas, mas Confusão, a faixa de abertura, remete tanto a Peter Gabriel quanto à vanguarda paulista (por causa dos vocais), e insere também climas jazzísticos no piano. Escuro tem clima gélido que remete aos lados mais experimentais do synthpop, mas também tem calor garantido pelas dissonâncias na melodia, e pela voz de Josie. Seguindo como uma travessia existencial – da Confusão, que abre o EP, até a Luz, que encerra o disco – Sensações fala de motivos para sonhar em Transição, uma espécie de samba eletrônico ao contrário, que lembra Tom Zé. Calmaria é uma drum’n bossa viajante, o lado mais dream pop do disco, propondo um momento de descanso, de fechar os olhos. Luz abre e prossegue numa onda quase erudita-nordestina, e encerra com clima post-rock. Uma coleção de sensações e climas musicais... Continue Lendo no Pop Fantasma

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Dazluz - Superlixo Deluxe Vol.3: Antimei (2026)...




Kevin Brezolin aka Dazluz lança AntiMei, terceiro volume da série Superlixo Deluxe, um projeto dividido em quatro álbuns lançados de trás para frente. O disco concentra o lado mais dançante do artista, com faixas de BPM alto, estruturas diretas de pista e uma abordagem experimental guiada pelo erro e pela intuição. Produzido de forma totalmente independente, AntiMei reúne influências da música eletrônica global, club underground e cultura DIY. O álbum reforça a identidade de Dazluz como produtor que prioriza processo, energia e liberdade criativa, longe de fórmulas radiofônicas. Dividido em quatro volumes – VOL. 1: Popshit (canções pop eletrônicas), VOL. 2: Rádio K.B. (hip hop lo-fi instrumental), VOL. 3: Anti-Mei (música eletrônica de pista), VOL. 4: Trackdump (experimental) - em Superlixo Deluxe, Dazluz organiza anos de produção em home studio e afirma uma identidade sonora própria, fora de fórmulas e padrões comerciais... Continue Lendo no Radio Armazém

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

O Fauno - Em Outro Lugar (2026)...




"Em Outro Lugar" (2026) é o sexto álbum/EP do projeto musical paraense O Fauno, e assim como seus antecessores, foi totalmente gravado e produzido de forma experimental e amadora, uma das características mais marcantes da banda. Com duração total de 30 minutos e contendo 7 faixas, o trabalho passeia pela sonoridade do shoegaze como na faixa-título, Em Outro Lugar; do lo-fi como em Hazel e Alone Since `89 (Faixas resgatadas de 2020 que originalmente eram B-sides) e o indie como em 110V e A Todos os Meus Amigos. A proposta do EP foi se aprofundar ainda mais em uma atmosfera intimista e introspectiva, abordando temas como sonhos a serem alcançados, ansiedade, relacionamentos e amizades, sem deixar de ter um toque mais pesado e contestador na faixa Acordar, Exaurir, Repetir. A faixa Sonhos conta com a participação especial de Tamires Nobre nos vocais...

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Percevejo - Infestação de Percevejo é Coisa Seríssima (2025)...




Infestação de Percevejo é Coisa Seríssima é o primeiro álbum da banda fluminense Percevejo, que desembarcou nas bibliotecas virtuais em 28 de novembro. Formado em 2023 por Bruno Falque (baixo), Iuri Chicharo (bateria) e Yuri Neri (guitarra e vocais), o trio transforma o caos cotidiano do Rio em um pop rock carinhosamente crítico e bem-humorado, que ri dos próprios perrengues e, ao mesmo tempo, encontra beleza no improvável. O disco foi gravado entre 2023 e 2025, em sessões feitas nos finais de semana ou depois dos expedientes, enquanto os integrantes tentavam conciliar suas rotinas de trabalho e estudo com a agenda de Sidney Sohn Jr., responsável pela produção, mixagem e masterização. Com exceção da faixa “Três”, todas as músicas foram compostas em 2023 — ano em que os integrantes se conheceram — e começaram a ser registradas no mesmo período... Continue Lendo no Escutai

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Torya - ALTIVA (2025)...




Orgulho ou arrogância? Esses são alguns dos significados da palavra “altivez” e serviram de inspiração para a nova mixtape da cantora Torya: “ALTIVA”. Composto por sete faixas, incluindo seis inéditas, o projeto estreia nas plataformas digitais, nesta quinta-feira (20/11), e traz participações de Sotam, Ciça e Amiri. Em “Altiva”, Torya mergulha na dualidade de significados de “altivez”, palavra que é frequentemente associada à arrogância e à soberba. Contudo, para a cantora, altivez carrega outros sentidos: mais profundos e mais humanos. Cada faixa revela uma vivência pessoal da rapper, propondo reflexões sobre identidade, postura, resiliência e autoconsciência... Continue Lendo no Cultura Preta

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