Fechando mais um mês com muita #musicabr no blog, em mais uma mixtape cheia de sons de trabalhos que passaram por aqui nesse mês de Maio que chega ao fim. A #coleta192 tem 17 faixas, sendo a primeira o novíssimo som do cantor e compositor mineiro João Jardel. Em "megaPOP4" termina o novo EP e finaliza o projeto iniciado no álbum anti-POP. Em meio a batidas eletrônicas pesadas, ela tem como referencia as vinganças de Xangô do livro Mitologia dos Orixás. O EP será lançado em Junho pelo nosso selo, o HCREC. Mas já rola ouvir o som aqui na mix e no nosso canal...
domingo, 31 de maio de 2026
Hominis Canidae #192 - Maio (2026)...
Fechando mais um mês com muita #musicabr no blog, em mais uma mixtape cheia de sons de trabalhos que passaram por aqui nesse mês de Maio que chega ao fim. A #coleta192 tem 17 faixas, sendo a primeira o novíssimo som do cantor e compositor mineiro João Jardel. Em "megaPOP4" termina o novo EP e finaliza o projeto iniciado no álbum anti-POP. Em meio a batidas eletrônicas pesadas, ela tem como referencia as vinganças de Xangô do livro Mitologia dos Orixás. O EP será lançado em Junho pelo nosso selo, o HCREC. Mas já rola ouvir o som aqui na mix e no nosso canal...
sábado, 30 de maio de 2026
GRINGOS DE MAIO: nova leva de sons gringos e experimentais bem loucos e com direito a invasão italiana...
Penúltimo dia do mês (e do ano) e aportamos com nosso post gringo de Maio de 2026, trazendo alguns álbuns e EPs bem interessantes e recém lançados na música esquisita do mundo pra vocês conhecerem. Desta vez, 7 trabalhos com uma invasão de artistas e bandas italianas, somadas a novos trabalhos dos Estados Unidos, Bélgica e Egito, que vão da música erudita até a música eletrônica, passando por experimentais abstratas que sinalizam novos estilos sonoros e muito mais!
Na capa deste post, o quadro The Red Orchestra (de 1957), do pintor espanhol Salvador Dalí (1904-1989), que nasceu num mês de maio. Abaixo, os álbuns e EPs que curtimos muito neste mês. Todos lançados recentemente, vários lançados neste mês...
Vale ler sobre eles e ouvir na íntegra, porque música se ouve por completo e não a pedaços:
hythmspitter - Cosmological Exigency and the Astrological Paradigm (Álbum/ EUA)
Projeto solo do baixista californiano Michael Mosley. A ideia do projeto é combinar vários instrumentos e ritmos mundiais para produzir um rock instrumental e batidas lo-fi para vibrar e relaxar. É mais ou menos essa vibe de Cosmological Exigency and the Astrological Paradigm, novo trabalho lançado neste mês de abril. Com 8 faixas instrumentais que se conectam e levam o ouvinte para vários locais do mundo. Tem um certo ar de som dos balcãs no trabalho, talvez pela pegada percussiva, que é bem interessante. Em todos os streamings e aqui:
sexta-feira, 29 de maio de 2026
Eva - Ritual (2026)...
Foi durante a pandemia, que a paulista Eva entrou em seu “Casulo Borboleta”, enfrentou seus maiores medos e se dedicou de vez à música. Anos atrás a artista descobriu um diagnóstico de fibromialgia, que a fez rever a relação que tinha com a dança. Durante o período difícil, estudou composição online e foi instigada a escrever uma canção que refletisse sobre “um dia você vai ter que cuspir todos os sapos que engoliu”, nascia “Ritual”, música que dá nome ao seu primeiro disco solo, que sai em parceria com o seloBoia Fria Produções, tem as estreladas produções de Amanda Magalhães, Dudu Rezende (Mari Jasca) eMarcos Maurício (Baco Exu do Blues), além das participações especiais de Samuel Samuca e Zé Nigro. “’Ritual’ foi a primeira composição – das 9 que fazem parte do álbum – e surgiu no período do meu diagnóstico, logo após uma separação muito dolorosa de um relacionamento amoroso. Nessa época perdi cerca de 11 kg (chegando a pesar 41kg) e me afundei. Para aliviar o peso, precisei recorrer a formas instintivas e simbólicas, entre elas escrever cartas que nunca foram enviadas ao destinatário, botando pra fora tudo o que eu queria dizer e não pude. Foi praticamente como fazer um enterro sem defunto. Escrevia também num papel todas as coisas que eu não queria mais e queimava na chama de uma vela; criei um altar com uma foto minha criança e a da minha mãe pra me lembrar que eu nunca estive só”, pondera a artista... Continue Lendo no Portal Radar Cultural
Raidol - Todas as Mensagens Que Nunca Te Enviei (2026)...
Conheci Raidol quando participei de uma mesa de pitching no festival Se Rasgum, em Belém, em 2022. Após falar sobre seu trabalho, ela disse: “vocês precisam falar mais dos artistas da região da Amazônia”. Uma verdade. De fato, nem sempre Rio e São Paulo ficaram de olho no que vinha de Belém e arredores. Acabam deixando passar a musicalidade de uma região que tem um rolé todo próprio de criação musical e diversão, e cujo som tem uma assinatura fortíssima. Todas as mensagens que nunca te enviei traz Raidol, artista trans amazônica, fazendo quase um EP conceitual sobre empoderamento diante do amor, com idioma sonoro entre tecnobrega e tecno-melody. Esse teu jeito assim…, com guitarra quase indianista e participação de Madeirito (Gang do Eletro), lembra quando tudo dava certo... Continue Lendo no Pop Fantasma
quinta-feira, 28 de maio de 2026
Vitor Araújo, Metropole Orkest, Jacomo Bairos - TORÓ (2026)...
O Grande Ogro - O Grande Ogro EP (2026)....
O disco da banda paulista O Grande Ogro está mais pra um single turbinadíssimo do que pra um EP – são apenas duas longas faixas. Mas vale a valorização como algo a mais que um compactinho, pelo som e pelo conceito. André Astro (guitarra), Cesar (bateria) e Marcelo Henrique (baixo e programação de bateria eletrônica) fazem um curioso som instrumental que mistura metal, progressivo, stoner e quebradas rítmicas típicas do pós-hardcore. Mesmo não tendo letras, as duas faixas fazem protestos bem atuais nos títulos, e entregam peso, caos e improviso musical como sonorização: 1500 (A vida é de quem já ganhou), com onze minutos, une blues-metal, climas lo-fi e beats que lembram mais o doom metal. A combinação entre riffs e beats volta e meia insere uma vibe caótica no arranjo... Continue Lendo no Pop Fantasma
quarta-feira, 27 de maio de 2026
O Fabuloso Coro Dos Descontentes - Coice de Mula (2026)...
"Coice de Mula" é o primeiro álbum dO Fabuloso Coro Dos Descontentes, novo projeto do cantor e compositor baiano Tony Lopes. O primeiro álbum deste projeto que já nasce carregado de questionamentos. Mas não se apegue a pré julgamentos e ouça como se não houvesse outros, e Há (IA)...
Pedro Faissal & o Meiofree - Intermares (2026)...
Vindos da Paraíba, Pedro Faissal & O Meiofree misturam rock, MPB, reggae e existência. Pedro é psicólogo, além de músico, e as músicas falam de sonhos, destruição de preconceitos, amor, sexo e desejos simples do dia a dia, em meio ao caos. O disco foi inspirado também por uma internação sofrida pelo vocalista – a estadia no hospital fez Faissal mergulhar em uma enorme revisão de valores pessoais, que provocou o clima contestador das letras de Intermares, sétimo lançamento do grupo. Algumas faixas do EP Intermares têm peso de Planet Hemp e Chico Science e Nação Zumbi – com direito a citações de “Chico Ciência e Edson Gomes”, além de um “tudo que eu sempre quis / 68 em Paris” na noventista e guerreira Tudo que eu. Rola também no rock funkeado de Não-binário, com letra mostrando que a vida muda a cada minuto, mesmo que os preconceitos atrapalhem as mudanças... Continue Lendo no Pop Fantasma
terça-feira, 26 de maio de 2026
Barba Rala - Nos Tempos do Egoritmo (2026)...
O público que acompanha a Barba Rala já conhecia o repertório do álbum de estreia da banda, “Nos tempos do egoritmo”. Todas as 11 faixas do disco, lançado na última sexta-feira (10 de abril) nas plataformas digitais, vem sendo tocadas desde o primeiro ano do grupo, formado 2017 em Santa Rosa do Sul. João Antônio Pereira (voz e guitarra), Weskley “San” Raupp (guitarra), Kauê Tavares (baixo) e Luiz Paulo Gomes (bateria) se prepararam muito para chegar nesse momento. A produção começou em 2020, na pandemia, com as etapas técnicas de gravação, mixagem e masterização a cargo do guitarrista. O grupo conseguiu lapidar as músicas nos mínimos detalhes até fazer a divulgação, que começou em setembro de 2025 com o single “A mentira bem contada”, que rendeu o prêmio de Revelação no 14º Festival da Canção de Balneário Camboriú — “Ser o que não é” e “Ponto de vista” foram as outras duas liberadas previamente, também no ano passado... Continue Lendo no Rifferama
Wills Tevs - Infinitas___Lacunas (2026)...
Sabem aqueles álbuns que você dá play e, depois de poucos segundos, entende que não dá pra ouvir de qualquer jeito? Que você precisa parar tudo, sentar, colocar o fone no volume alto e realmente escutar? Foi exatamente isso que aconteceu com Infinitas___Lacunas, novo álbum de Wills Tevs. Do começo ao fim, é uma sequência de surpresas. A abertura já te coloca em outro lugar, com aquela introdução quase orquestral que parece preparar o terreno pra algo maior — como se dissesse: “fica, porque isso aqui não vai ser comum”. E não é. Quando a música entra de verdade, você já está dentro, completamente envolvido, sem vontade nenhuma de sair. O que mais impacta não é só a construção sonora — que é absurda, cheia de detalhes, escolhas ousadas e uma produção que deixou a gente de boca aberta — é a forma como tudo se conecta com a voz do Wills. Uma voz intensa, que não só acompanha a música, mas se encaixa nela de um jeito muito natural, muito verdadeiro. Ela não tenta impressionar — ela te atravessa... Leia a entrevista no Divergent Beats
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Lauiz - comece por aqui (2026)...
Comece por Aqui é o título do novo álbum de Lauiz que serve como conselho: ao começar pelo início de tudo, o músico olha para dúvidas, medos, relações interrompidas e pequenos acontecimentos cotidianos que ajudam a construir quem somos. Não espere respostas definitivas, pelo contrário, no disco, Lauiz transforma incertezas em matéria-prima para criar um trabalho íntimo, caótico e humano - a capa do álbum, inclusive, já antecipa a proposta. As 11 faixas funcionam como declarações sinceras e íntimas que nascem da ansiedade cotidiana, das relações atravessadas por ruídos e da tentativa constante de encontrar algum sentido em meio ao excesso de estímulos do presente, sempre acompanhadas por um toque de ironia. Em "decisões irresponsáveis" e "dando errado", surge um personagem que tenta sobreviver às próprias contradições sem escondê-las, encontrando humor em comportamentos autodestrutivos e falhas pessoais. Já "linus Torvalds" e "de frente" exploram conflitos afetivos e questões sobre relacionamentos, equilibrando vulnerabilidade e leveza. Aliás, um dos grandes méritos de Comece por Aqui está justamente em não romantizar o caos: Lauiz o apresenta como parte inevitável da experiência de existir, amadurecer e seguir em frente... Continue Lendo no Desalinho Cultural
Buhr - Feixe de Fogo (2026)...
Sete anos após “Desmanche”, Buhr retorna com um trabalho que chega como rastro, faísca e movimento: “Feixe de Fogo”, seu quinto álbum solo, chegou às plataformas na última sexta (10). O disco sai pelo selo paulista Sound Department. Gravado de forma independente, ao longo de quase dois anos entre as cidades do Recife (PE), Fortaleza (CE), Sobral (CE), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), o disco carrega o trânsito como linguagem. Buhr assina a direção artística e produção musical do álbum junto a Rami Freitas. Entre elementos de rock, reggae e de outras paisagens musicais, o disco é costurado por camadas eletrônicas e orgânicas, guitarras em brasa, tambores – de pele e de pulso elétrico – e sintetizadores que se entrelaçam... Continue lendo na Folha de Pernambuco
domingo, 24 de maio de 2026
Jurema Juice - Jurema Juice (2026)...
Do Nordeste para o Stoner: Jurema Juice lança seu primeiro álbum em 2026, destacando-se como um dos grandes Foto: Divulgação A banda alagoana Jurema Juice apresenta seu primeiro álbum, autointitulado, consolidando seu nome como uma das apostas mais promissoras do stoner rock brasileiro. O disco chega às plataformas digitais em 2026 com nove faixas que passeiam entre peso, psicodelia e identidade regional. Sem singles prévios, o lançamento acontece na íntegra, acompanhado de uma live gravada no Mirante de Santa Amélia, em Maceió, ampliando a proposta sonora também para o campo visual. Formada por André Gonçalves (vocal), Carol Vilela (bateria), Davi Savicki (guitarra) e Pedro Salvador (baixo), a banda constrói uma sonoridade marcada por riffs densos, grooves consistentes e uma forte sintonia entre baixo e bateria. O álbum não segue um conceito fechado, mas propõe uma imersão que mistura influências do blues rock ao stoner... Continue Lendo na Revista Kdea360
sábado, 23 de maio de 2026
Lucas Filmes - Quanto Amor/Pai (2026)...
Cantor e compositor paulistano, Lucas Filmes estreia com Pai e Quanto Amor. Produzidas em colaboração com o músico Chico Bernardes, que assume a gravação, mixagem e bateria do material, as canções destacam a sensibilidade poética do artista que canta sobre a partida e o período de luto após a morte do próprio pai. “Estava escutando muito Bob Dylan, Nick Drake e Alice Phoebe Lou na época, que acabaram sendo referências para a composição”, disse o artista no texto de apresentação que acompanha o material... Continue lendo no Música Instantânea
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Alê Balbo - Organic Mantras in the Chaos (2026)...
Sommelier - Xícara de Chá (2026)...
Direto das entranhas da efervescente cena independente de Fortaleza, a banda Sommelier acaba de colocar no mundo o seu primeiro trabalho estendido. Lançado no último dia 24 de abril de 2026, o EP “Xícara de Chá” é uma daquelas gratas surpresas que misturam a urgência do rock indie, o charme melódico do britpop e reflexões cotidianas que abraçam o ouvinte logo na primeira audição. Composto por quatro faixas inéditas, o registro consolida a identidade inicial do quarteto formado há três anos na capital cearense. Curiosamente, o trabalho funciona como uma cápsula do tempo: traz canções escritas pelo vocalista Petrus Renan quando ele tinha apenas 16 anos de idade. É o retrato fiel do DNA primevo da banda, capturado no momento exato antes que as influências individuais de cada integrante começassem a puxar o som para caminhos ainda mais complexos... Continue Lendo no Bolsa de Discos
quinta-feira, 21 de maio de 2026
Bruna Lucchesi - Bandoleira (2026)...
Filhos - Vol. 2 (2025)...
Guilherme Granado e Bruno Abdala se reúnem para um segundo volume de batidas, fantasmas do jazz e poeira de synth-funk. Após o lançamento do primeiro álbum no início deste ano (Vol. 1, pela Sucata Tapes / SUC66), a dupla retorna com um impacto ainda maior, mais profundo e mais suave em Vol. 2 – Filhos. Os grooves permanecem intactos, expandindo a essência crua do funk do Vol. 1 — agora infundida com a liberdade da Tropicália, o caos celestial à la Sun Ra e uma sonoridade mais coesa e confiante. A paleta sonora é rica e eclética: samplers, sinos, sintetizadores analógicos, bateria, marimba, vibrafone, baixo, violas e muito mais se sobrepõem em uma tapeçaria rítmica e calorosa que homenageia o passado enquanto forja novos territórios sonoros... Continue Lendo em Discrepant
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Cidadão Instigado - Cidadão Instigado (2026)...
Lulis - Cais (2026)...
Depois de apresentar ao público um primeiro trabalho marcado pela diversidade estética e pela assinatura de um dos principais produtores da música brasileira, Lulis dá um novo passo em sua trajetória com o lançamento de “Cais”, seu segundo disco de estúdio, que chega às plataformas digitais no dia 16 de abril de 2026. Sucessor do álbum Lulis (2023), produzido por Alexandre Kassin, o novo trabalho revela uma artista mais madura, que aprofunda suas parcerias e constrói, com maior nitidez, um universo sonoro próprio. Se antes a cantora e compositora mineira transitava livremente entre referências como indie, bossa nova, rock e reggae, agora essas influências aparecem mais integradas, a serviço de uma narrativa mais coesa e sensível. “Cais” é o nome da última faixa do disco e também do estúdio onde o trabalho foi gravado, em julho e agosto de 2025. Produzido por Bernardo Bauer e Felipe D’Angelo, “Cais” nasce de um ambiente criativo profundamente conectado à cena mineira contemporânea. Os arranjos são assinados por Bernardo Bauer, Felipe D’Angelo e Pedro Hamdan, e a mixagem e masterização ficam a cargo de Felipe D’Angelo. O álbum conta com participações especiais de Thiago Corrêa e Sara Não Tem Nome — dois nomes importantes da música independente brasileira...
.jpg)
.png)


















.png)


