Após 18 anos à frente da banda Amplexos, Pai Guga mergulha em sua trajetória pessoal e musical para apresentar seu primeiro álbum solo, "O Túmulo do Mergulhador". O disco nasce como um diário sonoro dos últimos anos do artista, um período marcado por batalhas internas e a necessidade de se expressar. Com um olhar sensível sobre seus próprios conflitos, o cantor e compositor transforma suas angústias em música, explorando temas como ansiedade, masculinidade e o turbilhão emocional que moldou sua jornada. A sonoridade do álbum é tão intensa quanto sua narrativa: uma fusão entre a tradição e a modernidade. Canções inspiradas na música tradicional da Itália e da Espanha – que remetem às suas raízes familiares e à busca pelo sentido dos problemas que carrega – se misturam a elementos urbanos e contemporâneos como pop, eletrônica e drum and bass. Esse caldeirão sonoro dá corpo a um disco que flutua entre melancolia e catarse, entre o peso dos sentimentos e a leveza da libertação que a arte proporciona... Continue Lendo no Jornal do Bras
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
pai guga - O Túmulo do Mergulhador (2025)...
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Após 18 anos à frente da banda Amplexos, Pai Guga mergulha em sua trajetória pessoal e musical para apresentar seu primeiro álbum solo, "O Túmulo do Mergulhador". O disco nasce como um diário sonoro dos últimos anos do artista, um período marcado por batalhas internas e a necessidade de se expressar. Com um olhar sensível sobre seus próprios conflitos, o cantor e compositor transforma suas angústias em música, explorando temas como ansiedade, masculinidade e o turbilhão emocional que moldou sua jornada. A sonoridade do álbum é tão intensa quanto sua narrativa: uma fusão entre a tradição e a modernidade. Canções inspiradas na música tradicional da Itália e da Espanha – que remetem às suas raízes familiares e à busca pelo sentido dos problemas que carrega – se misturam a elementos urbanos e contemporâneos como pop, eletrônica e drum and bass. Esse caldeirão sonoro dá corpo a um disco que flutua entre melancolia e catarse, entre o peso dos sentimentos e a leveza da libertação que a arte proporciona... Continue Lendo no Jornal do Bras
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