Não é por acaso que você topa com esse disco nessa virada do dia 19 pro dia 20 de agosto de 2026. Até porque tudo que ocorre é fruto do acaso, esse grande biombo sobre nossas cabeças, o que pode e o que não pode, o que é o que não é; o disco de Sudário se chamar Todos os Acasos é um gesto que calcula capturar ou deixar passar esse pêndulo da existência, em que as coisas acontecem e não acontecem (sob jugo de quem? dele mesmo, o nosso acaso tão ao alcance da mão). Meio sambado, meio folk e meio outra coisa sem nome certo, Todos os Acasos é uma apresentação do bardo Sudário com sua forma particular de ver o mundo simples e também o mundo complexo, enquanto toca sua viola ao sabor de qualquer coisa que aconteça (não por acaso). Feito em parceria com o produtor Walter Nazário e diversos outros participantes que se juntam pelo caminho, reúne faixas escritas ao longo de mais de uma década (por acaso e não), e enfeixa um retrato bonito de sua produção: do dedilhado de Amiga à marchinha de Chico César, do pós-grunge Idem à shoegaze Urubu Listrado, um compositor inquieto se move por dentro de suas canções. Um convite pra entrar num rolé noite adentro, meio intrincado e ainda assim com todas as portas abertas ao acaso. E isso, afinal, não é por acaso...
terça-feira, 27 de outubro de 2026
Sudário - Todos os Acasos (2026)...
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Não é por acaso que você topa com esse disco nessa virada do dia 19 pro dia 20 de agosto de 2026. Até porque tudo que ocorre é fruto do acaso, esse grande biombo sobre nossas cabeças, o que pode e o que não pode, o que é o que não é; o disco de Sudário se chamar Todos os Acasos é um gesto que calcula capturar ou deixar passar esse pêndulo da existência, em que as coisas acontecem e não acontecem (sob jugo de quem? dele mesmo, o nosso acaso tão ao alcance da mão). Meio sambado, meio folk e meio outra coisa sem nome certo, Todos os Acasos é uma apresentação do bardo Sudário com sua forma particular de ver o mundo simples e também o mundo complexo, enquanto toca sua viola ao sabor de qualquer coisa que aconteça (não por acaso). Feito em parceria com o produtor Walter Nazário e diversos outros participantes que se juntam pelo caminho, reúne faixas escritas ao longo de mais de uma década (por acaso e não), e enfeixa um retrato bonito de sua produção: do dedilhado de Amiga à marchinha de Chico César, do pós-grunge Idem à shoegaze Urubu Listrado, um compositor inquieto se move por dentro de suas canções. Um convite pra entrar num rolé noite adentro, meio intrincado e ainda assim com todas as portas abertas ao acaso. E isso, afinal, não é por acaso...
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